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Dois anos da tragédia de Mariana: “Não foi acidente. Foi crime”

'Estúdio VEJA' fala sobre o andamento dos acordos com a Samarco para ressarcir as vítimas do rompimento da barragem de Fundão

Por Da Redação Atualizado em 10 dez 2018, 14h17 - Publicado em 15 nov 2017, 17h51

Há dois anos, em 5 de novembro de 2015, o rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, aniquilava o distrito de Bento Rodrigues, destruía a fauna e a flora da região e matava dezenove pessoas. O ‘Estúdio VEJA’ recebe  Guilherme de Sá Meneghin, promotor de Minas Gerais, para falar sobre o andamento da reconstrução dos distritos afetados e do ressarcimento às vítimas da tragédia.

  • Ele conta que ainda perdura uma sensação de impunidade e que o quadro psicológico dos atingidos se agravou. “As empresas usam de todos os instrumentos possíveis – e até inimagináveis – para tentar postergar a reparação dos direitos das vítimas”, afirma.  Por outro lado, o promotor diz que houve avanços em relação à união entre os atingidos e na garantia de direitos a eles por parte do Ministério Público e do Judiciário. Guilherme também classifica o ocorrido como uma das maiores violações de direitos humanos da história do país.

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