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Justiça atua para fazer valer piso de professores, diz Cármen Lúcia

Na abertura do 'Amarelas ao Vivo', que ocorreu na última terça-feira (29) , a ministra afirmou a importância da educação como instrumento de cidadania

Por Da Redação Atualizado em 1 jun 2018, 04h10 - Publicado em 1 jun 2018, 04h04

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, foi a entrevistada da abertura do evento Amarelas ao Vivo, promovido por VEJA e com o tema “Educação: Saber e Poder”. Na conversa, ela afirmou que, desde a Constituição de 1988, os brasileiros sabem que a educação é o grande desafio, mas também a mais promissora alternativa do país. A ministra não pôde estar presente em razão das consequências da greve dos caminhoneiros e concedeu a entrevista pela internet.

“A educação é a forma pela qual adquirimos conhecimento e é por meio deste que obtemos a libertação”, disse a ministra. Ela também destacou que a educação é o instrumento que possibilita a formação de uma cidadania cada vez mais ativa e livre.

Sobre o papel do Judiciário na garantia do acesso à educação, Cármen Lúcia explicou que este se limita aos processos que chegam aos magistrados. “Há atuação permanente para garantir desde vagas ao piso nacional de salário dos docentes para que eles tenham condições de ser um bom professor. O Poder Judiciário tem atuado permanentemente e é cada vez mais acionado.”

  • A ministra aproveitou para cobrar dos cursos de direito que preparem seus alunos para aplicar técnicas de conciliação para evitar o grande número de ações que chegam às cortes. Ela também reconheceu que a TV Justiça pode servir melhor à difusão do conhecimento na sociedade se souber conversar com ela. “A aproximação do Judiciário com o cidadão determina também uma mudança de comportamento no sentido de termos que adequar a linguagem.”

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