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A vitória da inclusão

Estádio de futebol cria espaço adaptado para receber crianças com autismo

Por Giulia Vidale, Da Redação - 19 fev 2020, 15h02

Em setembro de 2019, a Arena Corinthians inaugurou o espaço TEA (sigla para “transtorno do espectro autista”). Trata-se de uma sala adaptada, protegida por vidros espessos, que reduzem em 90% o barulho externo. Nela, ainda são disponibilizados fones de ouvido para abafar os ruídos. A luz é baixa. Televisores exibem programação infantil, e existem sofás para os pais.

Adaptação é o nome do jogo. Em São Paulo, uma lei sancionada pelo prefeito Bruno Covas determinou que, a partir de abril, todas as salas de cinema da cidade ofereçam ao menos uma sessão mensal com luzes atenuadas e som mais baixo durante o filme, e sem trailers, de modo a evitar ansiedade. Em janeiro, o governo federal sancionou a Lei Romeo Mion, que criou a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. A medida garante prioridade no atendimento de cidadãos diagnosticados. O nome é uma homenagem ao filho mais velho do apresentador Marcos Mion, que tem autismo. 

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