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Um bando de codinomes ataca a Lava Jato

Os deputados que apoiam a operação deveriam recorrer ao departamento de propinas da Odebrecht

access_time 26 jun 2019, 20h01

Quando Sergio Moro for inquirido na Câmara sobre a troca de mensagens com Deltan Dallagnol, os parlamentares que apoiam a Lava Jato deveriam neutralizar os interrogadores mais agressivos com um método simples e eficaz: a cada ataque, um deles recordaria o codinome do atacante no departamento de propinas da Odebrecht. Por exemplo, depois da intervenção de Gleisi Hoffmann, algum parlamentar informaria que a pergunta fora feita pela excelentíssima deputada conhecida como “amante” ou “coxa”. Será divertido ver o efeito do lembrete sobre o ímpeto dos vilões que, como sempre acontece no faroeste à brasileira, querem prender o xerife e roubar o filme.

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  1. João Castro

    Quem defende o indefensável acaba só. Até quando, Augusto?

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