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Serviço de lembretes Evernote terá sede no Brasil

Ferramenta, que tem 15 milhões de usuários no mundo e 250.000 no país, vai focar atuação em smartphones e tablets

Por Renata Honorato 11 nov 2011, 11h32

O Evernote – serviço on-line que permite a mais 15 milhões de usuários em todo o mundo criar listas de tarefas e lembretes – está aportando no Brasil. A partir do escritório brasileiro, a ser estabelecido no início de 2012, as operações da companhia americana serão expandidas para a América Latina. “O Brasil é o centro de nossa operação”, diz Phil Libin, presidente da empresa.

Ao contrário de serviços de calendário tradicionais, o Evernote não organiza tarefas com base em uma data e horário. Ele filtra as informações por meio de palavras-chave. “O Evernote é diferente porque funciona com base nas memórias do usuário: você pode acessá-las a qualquer momento, através de qualquer dispositivo”, afirma Libin.

É possível, por exemplo, fotografar a capa de um livro e inserir o arquivo na lista de tarefas. Através do recurso de OCR, ou reconhecimento óptico de caracteres, que transforma imagem em texto, o sistema permite a pesquisa de imagens por meio de uma palavra. Ele permite ainda o armazenamento de notas em áudio. Uma vez salvos, esses arquivos tornam-se acessíveis em qualquer dispositvo.

“Como nossa plataforma é aberta, vamos apostar na busca de desenvolvedores. Através da nossa API (Application Programming Interface, ou interface de programação de aplicações), esses parceiros poderão criar aplicativos e tornar o Evernote um serviço personalizado para os brasileiros”, diz Libin.

Interface de gerenciamento do Evernote
Interface de gerenciamento do Evernote VEJA

Atualmente, 250.000 brasileiros já utilizam a ferramenta, além de outros 250.000 latino-americanos. O escritório brasileiro contará com cinco funcionários no primeiro ano de operação. “Nosso objetivo é aumentar a equipe à medida que for necessário, bem como aconteceu no Japão”, diz Libin. O serviço está disponível em português e em mais 15 idiomas.

No Brasil, o foco recairá sobre o segmento de celulares, um dos setores mais aquecidos do país – segundo dados da Anatel, o número de aparelhos em atividade no país supera a marca dos 200 milhões. Não à toa, além do site, o usuário poderá acessar o serviço tanto pelo browser de seu celular quanto por aplicativos para smartphones e tablets.

Libin garante que a segurança de dados é uma pilar do serviço. “Os dados dos nossos usuários não são compartilhados com agências de publicidade ou parceiros de vendas”, diz o CEO.

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