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Publicidade digital vai superar a tradicional nos EUA em 2019

Em 2019, setor vai receber 54% do total investido em publicidade no país

Por AFP 21 fev 2019, 15h58

Pela primeira vez, o investimento em publicidade digital vai superar o realizado nos meios tradicionais nos Estados Unidos, em 2019, segundo pesquisa feita pela consultoria digital eMarketer, divulgada nesta quarta-feira, 20.

O mercado publicitário do setor vai receber cerca de 130 bilhões de dólares (cerca de 482 bilhões de reais) neste ano, crescimento de 19% em relação a 2018 e 54% do total investido em publicidade nos EUA. A pesquisa aponta que os dispositivos móveis representarão a maior parte do gasto em publicidade digital, recebendo dois terços do total, cerca de 87 bilhões de dólares (cerca de 323 bilhões de reais).

“A mudança constante da atenção dos consumidores para as plataformas digitais chegou a um ponto de inflexão para os anunciantes, forçando assim a uma presença maior no digital para aumentar o crescimento no alcance e nos lucros, que estão desaparecendo na publicidade nos meios tradicionais”, declarou a diretora de análise de dados da eMarketer, Monica Peart.

De acordo com o levantamento, o investimento em publicidade na televisão americana vai cair 2,2% este ano, movimentando 70,8 bilhões de dólares (cerca de 263 bilhões de reais). Essa retração também foi influenciada pela ausência de eleições e grandes eventos, como Jogos Olímpicos ou Copa do Mundo, no calendário de 2019.

Ainda segundo a pesquisa, é provável que a eleição presidencial americana no próximo ano eleve gasto no setor televisivo, mas a tendência de queda continuará em seguida. Já os jornais e revistas serão os mais afetados com essa mudança, pois terão uma retração de 17,8% nos anúncios neste ano, segundo a eMarketer.

A pesquisa também indica que o “duopólio” do Google e Facebook vai registrar sua primeira perda na participação no mercado publicitário, passando de 60% para 59,3%. O Google terá o pior resultado, pois é previsto uma queda de um ponto percentual na participação de mercado, passando a 37,2%, enquanto o Facebook irá fechar com uma alta marginal de 22,1%, segundo o relatório.

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