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Perfil de Luize Altenhofen no Facebook é excluído

Assessoria confirma ao site de VEJA que apresentadora decidiu excluir a conta

Por Da Redação - 4 out 2013, 19h07

O perfil de Luize Altenhofen no Facebook foi excluído da rede social nesta sexta-feira, 4, um dia após a apresentadora de TV ser alvo de uma ordem judicial emitida pelo juiz Régis Rodrigues Bonvicino, da 1ª Vara Cível de São Paulo, que pedia a exclusão de comentários – dela e de outros usuários – que ofenderam a honra do dentista Eudes Gondim Junior. O Facebook tinha prazo de 48 horas, desde a última quarta-feira, para que o material fosse excluído sob pena de a rede ser retirada do ar no Brasil.

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Segundo a assessoria de imprensa da apresentadora, a exclusão do perfil foi uma decisão pessoal de Luize. “Ela prefere usar o Instagram”, afirmou. Até o fechamento desta reportagem, todas as pesquisas relativas à Luize na rede social levam a uma página não-oficial, seguida por mais de 2.000 pessoas.

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Na noite dessa quinta-feira, o Facebook cumpriu ordem judicial e retirou 22 postagens consideradas ofensivas por Gondim Junior. A confusão entre os dois teve início em janeiro, quando Luize afirmou em perfis no Twitter e Facebook que seu cachorro fora agredido pelo dentista. Reportagem de VEJA São Paulo publicada naquele mês contou a história entre os vizinhos. Na versão de Gondim Junior, o cão de Luize invadira sua casa e, para defender-se, ele atacara o animal; Luiza disse que o ataque se dera sem razão aparente. Em abril, o dentista acionou a apresentadora na Justiça acusando-a de causar “danos irreparáveis”.

No despacho publicado na última quarta, o juiz afirmou que o Facebook deixou de cumprir ordem anterior para remover o conteúdo, datada de 8 de abril. Dois meses depois, o magistrado reiterou a determinação, mas a empresa informou não ter condições de realizar a ação por não gerenciar a infraestrutura do site – sob controle da empresa nos Estados Unidos e Irlanda. De acordo com os documentos presentes no site do Tribunal de Justiça de São Paulo, Bonvicino considerou a atitude da companhia uma afronta à soberania nacional. “O Facebook não é um país soberano superior ao Brasil”, disse.

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