Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês

Lulu: o app para mulheres tratarem homens como objeto

Programa permite que garotas classifiquem usuários do sexo masculino cadastrados no Facebook com notas de 1 a 10

Por Da Redação 24 nov 2013, 16h30

O Facebook foi criado como uma ferramenta para avaliar garotas da Universidade Harvard. Agora, nove anos depois da invenção de Mark Zuckerberg, Alexandra Chong, de 32 anos, uma advogada britânica graduada na London School of Economics, fundou o Lulu, um aplicativo para avaliar usuários do sexo masculino cadastrados na rede social. É uma tardia – porém divertida – vingança de toda a classe feminina contra ex-namorados e paqueras.

Leia também:

Tinder, em busca do aplicativo de paquera perfeito

“Tinder é mais que um app. Ele recria sensação da paquera”, diz criador de aplicativo

O Lulu já está disponível gratuitamente, e em português, na App Store, da Apple, e também na Play, a loja de apps do Google. O lançamento oficial do programa no Brasil acontece na próxima quarta-feira, dia 27.

Continua após a publicidade

Mulheres, e apenas elas, podem avaliar fatores como aparência, humor, primeiro beijo, educação, ambição, sexo e comprometimento de um marmanjo. Antes de começar uma apreciação, a usuária precisa detalhar a forma como conheceu o alvo da sua “resenha”. Para dar sequência à brincadeira, basta responder todas as perguntas sugeridas pelo aplicativo. As respostas são combinadas numa nota que vai de 1 a 10.

Mas não se trata apenas de uma análise baseada em números. Hashtags são utilizadas para fazer circular na rede os traços mais expressivos do rapaz. Entre as marcações positivas – sim, algumas são positivas – estão #cavalheiro, #bemcriado ou #cozinheirodemãocheia. Entre as hashtags desfavoráveis estão #nãosabeapertarumparafuso, #prefereovideogame ou #sóamigos.

Nos Estados Unidos, o Lulu já tem mais de 1 milhão de usuárias. No Brasil, prioridade de Alexandra Chong, a expectativa é atingir a mesma meta nos próximos meses. Em entrevista ao jornal The New York Times, a fundadora disse que a audiência do app cresceu 600% nos últimos seis meses em solo americano.

A ideia do aplicativo – como não podia ser diferente – surgiu durante um jantar entre amigas, com muitos drinks, um dia depois do Dia dos Namorados. “Estávamos compartilhando histórias sobre garotos, relacionamentos e sexo e concluí que toda mulher precisava de um ‘Guygle'”, brincou a empreendedora, num trocadilho que mistura Google, nome do site de buscas, e “guy”, que significa “rapaz” ou “cara” em inglês. “Quando você pesquisa esses meninos na web não há informações relevantes como: As mães das meninas costumam gostar dele? Ele é doce?”, diz Alexandra. Essa é a função do Lulu – um app que, enfim, trata os homens como objeto.

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo da VEJA! Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.

a partir de R$ 39,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Edições da Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 19,90/mês