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LinkedIn supera marca de 300 milhões de usuários

Brasil é o terceiro país em número de usuários na rede social profissional, logo atrás da Índia e dos Estados Unidos

Por Claudia Tozetto 18 abr 2014, 13h34

A rede social profissional LinkedIn anunciou nesta sexta-feira que acaba de superar a marca de 300 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo. Um terço do total de usuários é dos Estados Unidos, onde o serviço foi criado. “É um momento muito importante, mas temos uma longa estrada pela frente para criar oportunidades para cada uma das 3,3 bilhões de pessoas que formam a força de trabalho global”, escreveu Deep Nishar, vice-presidente de produtos e experiência do usuário do LindkedIn, no blog oficial.

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Segundo a empresa, 44% dos usuários do LinkedIn são mulheres e 56% são homens. A indústria de tecnologia da informação está em primeiro lugar no ranking de participação no total de usuários, seguida por saúde, construção civil, educação e contabilidade. Os Estados Unidos mantêm, desde a criação do serviço, o primeiro lugar em número de usuários. Em cinco anos, a Índia passou do terceiro para o primeiro lugar. O Brasil é o terceiro maior em número de usuários.

A empresa está próxima de alcançar outra meta. Até o final de 2014, os acessos a partir de dispositivos móveis passarão a representar 50% do total. De acordo com Nishar, todos os dias usuários acessam, por meio de smartphones ou tablets, mais de 15 milhões de perfis, 1,45 milhão de ofertas de emprego. Eles também se candidatam diariamente a mais de 44.000 ofertas de emprego por meio de dispositivos móveis.

O aumento do número de usuários móveis do LinkedIn pode ser atribuído aos esforços recentes da empresa nessa área. No final do ano passado, a empresa anunciou mudanças em seus aplicativos móveis e mudou a estratégia para focar na oferta de conteúdo relacionado a área profissional. A empresa também lançou o Pulse, um aplicativo que traz notícias da web de forma personalizada e funciona integrado ao LinkedIn. Parcerias com fabricantes de smartphones, como Nokia e Samsung, também ajudaram a acelerar a adoção dos apps da rede social.

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