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iPad 2 chega às lojas dos EUA

Nova versão do aparelho é mais fina, mais rápida e oferece um par de câmeras para videoconferência entre usuários de iPad e iPhone

Por Da Redação 11 mar 2011, 20h37

A Apple começa a vender seu novo iPad nesta sexta-feira e provavelmente ampliará a liderança nesse setor, enquanto oferece um retrato importante sobre a demanda por computadores tablet. O lançamento, que como sempre será avaliado com atenção pelos fãs da marca e investidores, servirá como um teste para o apetite do mercado por portáteis.

Quase um ano depois de o modelo inicial conquistar grande sucesso e inspirar uma onda de similares, os investidores estarão de olho no comparecimento do público ao lançamento americano do iPad 2, que foi exibido pela primeira vez na semana passada por Steve Jobs, presidente-executivo da Apple.

A companhia pode estar a espera de uma repetição de abril de 2010, quando milhares de pessoas formaram filas para adquirir um aparelho que era completa novidade àquela altura – e tinha mercado incerto. Mas os analistas afirmam que o iPad 2 representa apenas uma melhora gradual e não uma completa reinvenção.

Os parâmetros são claros para o iPad 2: o modelo inicial vendeu 300.000 unidades no primeiro dia, 500.000 na primeira semana e um milhão em 28 dias. Já que o iPad 2 estará inicialmente disponível em número bem maior de lojas do que seu predecessor, o mercado não se surpreenderia se a nova versão vendesse mais nos primeiros dias do que o modelo anterior. Além de ser comercializado em mais de 200 lojas americanas da Apple, o iPad 2 será vendido a partir desta sexta-feira em lojas da AT&T e Verizon Wireless, bem como nas cadeias de varejo Best Buy, Target e Wal-Mart.

Ao contrário do ano passado, a Apple não abriu pré-venda do aparelho; os interessados devem ir até uma loja para adquirir o tablet. A decisão estratégica deve ajudar a engrossar as filas e a criar o barulho que a Apple deseja. Esse fator pode ser importante à medida que rivais como a Motorola Mobility e a Research in Motion se preparam para um ataque em larga escala ao mesmo setor.

(Com agência Reuters)

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