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Google, Facebook e Microsoft faltaram à Campus Party, diz executivo da Fingertips

A convite de VEJA, o diretor de marketing visitou o evento, encerrado no domingo. Confira a avaliação dele

Por James Della Valle 13 fev 2012, 10h44

Breno Masi, diretor de marketing e produtos da Agência Fingertips, deve sua carreira aos dispositivos móveis da Apple, como o iPhone e iPad. A agência na qual trabalha é considerada uma das empresas pioneiras na criação de aplicativos no país e seus conhecimentos no setor são invejáveis: tanto assim que ele é um assíduo convidado a palestrar na própria Campus Party.

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Você já é veterano da Campus Party. Como avalia a quinta edição do evento? A cada ano, o evento fica mais sólido – o que gera uma ansiedade legal nos participantes. A organização se superou, apesar de problemas pontuais como falta de água e calor. As palestras e oficinas estão ótimas, proporcionado um ambiente ideal para a troca de conhecimento. Com base nisso, posso afirmar, com certeza, que esse é o local com a maior quantidade de QI por metro quadrado!

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Encontrou algum projeto promissor? Existe muita coisa legal por aqui. Gostei de um projeto chamado Ticies, que é uma rede social de classificados divididos por localização geográfica. É uma iniciativa muito interessante que pode dar certo. Ainda preciso ver os aplicativos móveis, que são o núcleo da minha área de atuação, com mais calma. Existem muitos projetos legais espalhados por aqui que precisam ser avaliados.

Qual é o nível das pessoas que estão frequentando da Campus Party neste ano? O nível dos campuseiros está excelente. Eles ficam contando os dias para o início da Campus Party, pois sabem a importância desse evento para o desenvolvimento da carreira. Hoje, esse pessoal já chega com ideias ótimas, mas fico imaginando como a Campus deve evoluir nos próximos anos, com mais desafios e desenvolvedores de qualidade. Para o ano que vem, penso em trazer pessoas para cá com o objetivo de desenvolver uma plataforma de programação para sistemas móveis.

Você sente falta de alguma coisa? Acredito que eles poderiam expandir os horizontes do evento. Temos várias empresas aqui. Mas onde estão Google, Microsoft e Facebook, por exemplo? Acho que essa companhias deveriam trazer conteúdo e oficinas para a Campus, pois elas são importantes na vida desse público. Imagino que 70% dos sistemas operacionais aqui são Windows. Onde está a Microsoft para falar sobre as novidades do setor, como o Windows 8 e o Windows Phone? Onde está o Facebook para discutir as aplicações de suas APIs? Também falta dar mais atenção às mulheres. Elas estão participando mais desta edição, mas isso pode melhorar.

A Campus Party pode ser considerada como um celeiro de talentos e empreendedores? Sim, a Campus Party é um fantástico celeiro de talentos. Como eu disse, o nível das pessoas que frequentam esse espaço é muito bom. A questão é quem nem todas as empresas estão de olho nos gênios que passam por aqui. Por isso, repito que o evento deveria promover a vinda de mais companhias.

Galerias:

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Computadores “tunados” são destaque na Campus

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