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Fórum da Paz de Paris quer blindar crianças dos males da internet

Espera-se que cerca de 450 participantes compareçam à cúpula de três dias, enquanto outros 15 000 participem virtualmente

Por Alessandro Giannini Atualizado em 11 nov 2021, 15h42 - Publicado em 11 nov 2021, 15h37

Com participação de líderes mundiais e representantes das big techs, o Fórum da Paz de Paris começou nesta quinta-feira, 11, com um recado do anfitrião do evento, o presidente francês Emmanuel Macron, em seu perfil no Twitter: “Proteger nossas crianças e adolescentes online significa afastá-los de conteúdo impróprio ou perigoso, de violência, ódio e pornografia”.

Espera-se que cerca de 450 participantes compareçam à cúpula de três dias, enquanto outros 15 000 participem virtualmente. A cúpula reúne líderes mundiais, presidentes de empresas, organizações não governamentais e outros participantes para discutir questões de interesse mundial como o clima, a pandemia de Covid-19 e a transição digital.

No momento, a questão envolvendo o contato de crianças e adolescentes com conteúdo sensível na internet parece estar na centralidade dos trabalhos do encontro. Macron presidirá uma sessão sobre os direitos das crianças na presença da CEO do Youtube, Susan Wojcicki, e do vice-presidente sênior da Amazon, Russel Grandinetti.

Novamente Macron, a vice-presidente americana Kamala Harris, a presidente da Comissão da UE, Ursula Von Der Leyen, e o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, participarão de outro painel sobre a regulamentação do domínio digital, junto com o presidente da Microsoft, Brad Smith.

Os encontros têm como objetivo alcançar “compromissos conjuntos” sobre como tornar a internet mais segura para as crianças. É um “ponto de partida” para a tomada de medidas concretas, incluindo a aplicação do controle sobre as ferramentas digitais, protegendo as crianças de conteúdo impróprio e protegendo o ciberespaço da prostituição e da pornografia infantil.

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