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Facebook está ‘morto’ para adolescentes, diz pesquisa

Estudo feito em oito países europeus mostra que jovens não querem companhia dos pais nas redes sociais

Por Da Redação 28 dez 2013, 11h49

O Facebook está “morto e enterrado” para adolescentes, aponta um estudo europeu ao qual o jornal The Guardian teve acesso. Após pesquisas com adolescentes com idades entre 16 e 18 anos, realizadas em oito países europeus, o Estudo Global de Impacto de Mídia Social descobriu que jovens nessa faixa etária, antes do Facebook, preferem o Twitter, Instagram, WhatsApp e Snapchat.

“O Facebook não está apenas em decadência, está basicamente morto e enterrado”, disse Daniel Miller, antropólogo líder da equipe de pesquisa e professor do University College, de Londres. “Os adolescentes se sentem envergonhados por serem associados ao Facebook. Antes os pais se preocupavam com o fato de seus filhos passarem muito tempo no Facebook. Agora os jovens dizem que são suas famílias que insistem em ficar lá postando sobre suas vidas”, completa o pesquisador.

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“O momento crucial na decisão de um jovem de deixar o Facebook é certamente o dia em que sua mãe lhe envia um pedido de amizade”, disse Miller. “Não é novidade que os jovens se preocupam com estilo e status em relação aos seus pares, e o Facebook simplesmente deixou de ser algo legal para eles”, disse.

Segurança – De acordo com o estudo, realizado ao longo de quinze meses com milhares de usuários, os adolescentes não se importam que os serviços alternativos ao Facebook são menos funcionais ou menos sofisticados, e eles também não se preocupam sobre como suas informações pessoais estão sendo usadas comercialmente. A pesquisa também constatou que poucos dão importância às questões de segurança e privacidade.

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