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Campus Party é espaço para partilhar ideias, diz executivo do Mercado Livre

A convite de VEJA, o vice-presidente de operações do site de compra e venda visitou o principal evento de tecnologia do país. Confira a avaliação dele

Por Rafael Sbarai 13 fev 2012, 10h38

Qual é sua primeira impressão da Campus Party? Posso assegurar que o evento está cada vez melhor. Participei de quatro das cinco edições já realizadas no Brasil e, em 2012, seus idealizadores encontraram no pavilhão do Anhembi um local menos apertado, com possibilidade maior de transitar entre cada área. Acredito que a Campus está em franca evolução, sem perder o caráter de ser um ambiente distribuído e heterogêneo. O espírito do projeto é ímpar, baseado em um modelo desorganizado que concede ao campuseiro a possibilidade de criar ordem: caberá a ele escolher o que deseja fazer.

Como você convenceria uma pessoa a visitar o evento? O espaço é recheado de estímulos para a participação do público, principalmente ao consumidor final de tecnologia. O primeiro argumento, talvez, seja a infraestrutura, com uma velocidade de conexão à internet (20 GB) que impressiona. O segundo fator é a localização: a mudança para o pavilhão de eventos do Anhembi permite que as pessoas cheguem com certa facilidade ao local. Soma-se a isso, claro, um componente imprescindível de compartilhamento de conhecimento.

É um ambiente propício para o desenvolvimento de projetos? O público realmente não está na Campus para encontrar novos relacionamentos – por sinal, aqui, não é o lugar mais recomendado (risos). Mas trata-se, sobretudo, de um ambiente de ideias, para buscar oportunidades e talentos e um projeto pode ter seu pontapé inicial no próprio local.

Qual é a maior diferença da atual edição para os eventos anteriores? Há um número menor de participantes que estão acampados no local apenas para baixar jogos. Por outro lado, percebi um acréscimo do número de mulheres. Esse fato é consequência do fim do preconceito de se considerar um geek ou nerd.

A Campus é um bom lugar para recrutar talentos para a indústria? Não sei se é o espaço ideal, mas garanto que é possível garimpar ótimos profissionais para o setor de tecnologia.

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O que não funcionou nesta quinta edição? O maior problema, talvez, seja o mais antigo: o calor intenso. Os organizadores da Campus ainda não encontraram uma solução para esse problema. Minha sugestão seria realizá-la no inverno.

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