Bernardinho, mais um famoso investindo em startup
Técnico de vôlei é um dos sócios da eduK, que oferece cursos de aprimoramento profissional. Confira personalidades que apostam na web
Por Renata Honorato
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22 maio 2013, 19h48
Técnico Bernardinho da instruções para a equipe Unilever/Rio de Janeiro na final Superliga Feminina de Vôlei contra o Sollys/Nestlé no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo (Moises Nascimento/Vipcomm/VEJA/VEJA)
“Capacitar e preparar gente é o que eu faço”, explicou Bernardinho, técnico da seleção masculina de vôlei, no evento em que lançou, nesta quarta-feira, sua nova empresa, a eduK. A companhia, voltada ao ensino on-line, oferecerá cursos de aprimoramento profissional de curta duração, baseados em videoaulas. Bernardinho tem dois sócios, Eduardo Lima e Robson Catalan, ambos experientes na área de marketing digital.
Segundo o técnico, a ideia de investir em uma companhia de educação on-line o seduziu porque a proposta é uma solução para um problema com o qual ele tem de lidar diariamente. “No Brasil, os jovens que se dedicam ao esporte abandonam os estudos. Se a carreira de atleta não dá certo, eles acabam ficando sem opções. Isso sempre me incomodou bastante”, disse.
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1. Ashton Kutcher
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(Danilo Verpa/Folhapress/VEJA/VEJA)
O ex-marido de Demi Moore e ator da série "Two and a Half Men" foi uma das primeiras celebridades a apostar de forma intensa em startups. Depois de seu sucesso no Twitter, Kutcher fundou uma venture capital chamada A- Grade e investiu em empresas como Spotify, Airbnb, Foursquare, Fab, Uber, Dwolla e Path.
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2. Bono
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(Juan Mabromata/AFP/VEJA/VEJA)
O vocalista da banda irlandesa U2 também abriu um fundo no Vale do Silício para investir em empresas de inovação. O escritório Elevation Partner já fez aportes em companhias como Facebook e Yelp, um site de avaliação de serviços. A última aposta é a Jelly, companhia em estágio inicial de Biz Stone, cofundador do Twitter.
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3. Justin Timberlake
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(Mike Blake/ Reuters/VEJA/VEJA)
O ator/cantor/produtor Justin Timberlake se empolgou com o filme "A Rede Social", no qual interpretou Sean Parker, fundador do Napster. Decidiu investir em empresas de tecnologia. Entre os aportes que ele já realizou estão a startup Stipple e a rede social MySpace.
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4. Yoko Ono
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(Roberto Schmidt/AFP/VEJA/VEJA)
A viúva de John Lennon é outra celebridade que entrou na onda das startups. A artista investiu na companhia Summly, criada na Grã-Bretanha e vendida para o Yahoo por 30 milhões de dólares.
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5. Jessica Alba
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(Kimihiro Hoshino/AFP/VEJA/VEJA)
A atriz americana decidiu mostrar que também tem talento para o empreendedorismo. Ela é uma das investidoras da startup The Honest Company, especializada na venda de produtos infantis sustentáveis.
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6. Angelica e Luciano Huck
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(AgNews/VEJA/VEJA)
O casal de apresentadores foi uma das primeiras celebridades a investir em companhias de tecnologia. Atualmente, Huck é um dos sócios do site de compras coletivas Peixe Urbano. Angelica se empolgou com a ideia e também entrou como investidora no site Baby.com.br, um e-commerce voltado a produtos infantis e para gestantes.
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7. Leonardo DiCaprio
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(Pascal Le Segretain/Getty Images/VEJA/VEJA)
Leonardo DiCaprio não quis ficar de fora da onda das startups e investiu 4 milhões de dólares na plataforma social Mobli, concorrente direta do Instagram. Segundo o ator de cinema, a ferramenta permite que as pessoas compartilhem seus momentos com outros usuários de todo o mundo. Por ora, esse é o primeiro investimento no setor de DiCaprio.
O valor dos cursos oferecidos pela a eduK, que têm duração de até 20 horas, varia de 150 a 600 reais. A expectativa da companhia é fornecer até o fim do ano 100 cursos. As aulas são ministradas especialistas na área em questão, remunerados a cada venda.
Por ora, as áreas atendidas são administração e negócios, saúde e beleza, tecnologia, gastronomia e turismo. Ao adquirir um curso, o aluno recebe a autorização para assistir às videoaulas, tendo também direito a eventuais atualizações.
O objetivo da empresa é oferecer não só cursos de níveis básicos, mas também avançados. “Queremos nos comprometer com o desenvolvimento contínuo desses profissionais”, diz Lima. O executivo afirma ainda que todos os cursos são oferecidos on-line e por meio de aplicativo para iOS. Ao final do curso, o aluno faz um teste. Ao terminar as aulas, ele recebe um certificado. “Estamos fechando parcerias com centros de treinamento para que os alunos possam praticar as atividades. Entendemos que o estágio é fundamental para que ele execute o que aprendeu na teoria.”