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Apple fechará lojas pelo mundo até 27, mas manterá as da China abertas

Segundo presidente da empresa, Tim Cook, medida visa evitar proliferação do coronavírus; funcionários da companhia foram liberados para fazer home office

Por Reuters Atualizado em 14 mar 2020, 14h07 - Publicado em 14 mar 2020, 14h06

A Apple anunciou que fechará todas suas lojas de varejo pelo mundo, à exceção das localizadas na China, por duas semanas, em medida que visa minimizar os riscos de transmissão da Covid-19, causada pelo novo coronavírus. No Brasil, há duas lojas: em São Paulo e no Rio de Janeiro.

“Nós estaremos fechando todas nossas lojas de varejo for a da Grande China até 27 de março”, disse o presidente da Apple, Tim Cook, em carta publicada no site da companhia na noite de sexta-feira, 13. No mesmo dia, a empresa abriu suas 42 lojas na China, que estavam fechadas.

“Em todos nossos escritórios pelo mundo fora da Grande China nós estaremos adotando esquemas flexíveis de trabalho”, acrescentou ele. “Isso significa que membros da equipe devem trabalhar remotamente se possível”.

  • A companhia ainda tem realizado doações em resposta à disseminação global do coronavírus, para ajudar a tratar os que ficaram doentes e para tentar minimizar impactos econômicos e sobre a comunidade. As doações somavam 15 milhões de dólares na sexta-feira, escreveu Cook na carta.

    Mais de 138 mil pessoas foram infectadas com a doença pelo mundo e mais de 5 mil morreram, segundo a Organização Mundial da Saúde. A pandemia começou justamente na China, com o primeiro caso relatado em 31 de dezembro. No país, foram relatados 81.021 casos, com 3.194 mortes. Nesta semana, o presidente do país, Xi Jinping, anunciou que o ápice do surto foi superado. A China passou a registrar mais casos vindos do exterior do que contraídos internamente.

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