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Após morte de chinesa, Apple faz campanha contra itens piratas

Segundo a companhia americana, Ma Ailun, eletrocutada ao atender um iPhone, usava o smartphone conectado a um carregador de outro fabricante

Por Da Redação - 26 Jul 2013, 17h54

A Apple iniciou uma campanha para alertar seus consumidores na China sobre o perigo do uso de carregadores falsos para iPhones e iPads. Os avisos, publicados no site oficial da companhia, são uma resposta ao caso da jovem Ma Ailun, de 23 anos, que, no dia 11, recebeu uma descarga elétrica ao atender um iPhone 5 conectado à rede elétrica e morreu.

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O material da campanha da Apple inclui fotos e especificações técnicas sobre os carregadores, bem como instruções para identificar produtos falsos. A companhia alega que Ailun, que trabalhava como aeromoça da China Southern Airlines, utilizava um produto de outro fabricante, de “baixa qualidade”, para carregar o iPhone 5.

Leia na íntegra o comunicado da Apple publicado no site chinês:

“A Apple sempre coloca a segurança de seus usuários em primeiro lugar. Todos os nossos produtos são projetados para atender as normas do governo e estão sujeitos a rigorosos testes de segurança. Isso vale para os carregadores USB de iPhone e iPad.

As imagens desta página têm como objetivo auxiliar os consumidores na identificação dos carregadores genuínos da Apple, que também podem ser encontrados nas lojas oficiais da companhia e em revendas autorizadas.

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Sobre como proceder com o carregamento de seu iPhone ou iPad, consulte o guia do usuário. O conteúdo está localizado na seção de segurança, operação e apoio do manual.”

Entenda o caso: Apple vai colaborar com investigação da morte de chinesa

Após o acidente, a irmã da jovem chinesa chegou a publicar um post no microblog chinês Sina, fazendo um alerta sobre o assunto. O conteúdo se espalhou rapidamente e obrigou a companhia a publicar um comunicado oficial. “Ficamos profundamente entristecidos ao saber desse trágico incidente e oferecemos nossas condolências à família Ma. Nós vamos investigar o caso a fundo e cooperar com as autoridades locais”, afirmou um representante da Apple na ocasião.

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