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Amanda Rosenberg, musa do Google e namorada de Sergey Brin

Gerente de marketing da companhia e principal entusiasta do Glass, funcionária vira celebridade na internet após affair com fundador do Google

Por Da Redação 30 ago 2013, 15h00

Os nerds também amam. E traem. O Google, normalmente associado a suas incríveis inovações, virou assunto nesta semana por causa de uma trama digna de cinema. Amanda Rosenberg, de 27 anos, gerente de marketing da companhia, teve um caso com Hugo Barra, vice-presidente responsável pela plataforma Android. Alguns meses depois, a funcionária flertou com ninguém menos que Sergey Brin, fundador do império tecnológico. Dois fatos chamaram a atenção dos tabloides digitais que normalmente cobrem os bastidores do Vale do Silício: Brin, casado há seis anos, pediu divórcio e Barra, um dos principais porta-vozes do Google, deixou a empresa para trabalhar em uma companhia chinesa.

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Seria Amanda a pivô de toda essa rede de intrigas? As apostas dizem que sim. Entusiasta do Glass, os óculos inteligentes do Google, a gerente foi fotografada em diferentes ocasiões usando o gadget. A funcionária, inclusive, acompanhou Brin em muitos eventos oficiais de promoção do dispositivo.

Amanda nasceu em Hong Kong, mas se mudou para a Inglaterra ainda criança. Estudou no mesmo internato que Kate Middleton, o Marlborough College. Mudou-se sozinha para São Francisco e é conhecida pelo seu bom humor. Nas redes sociais, se identifica como uma pessoa pouco sociável e “Chew” (uma chinesa judia).

Barra nunca fez questão de esconder o caso amoroso com a jovem funcionária. Durante sua passagem pelo Brasil, em março, o executivo usou seu celular pessoal para demonstrar as funcionalidades do Nexus 4, o smartphone do Google. Nas apresentações, as última ligações e fotos eram todas de (bingo!) Amanda Rosenberg.

Embora os boatos de seu namoro com Brin só tenham ganhado repercussão nessa quinta-feira, muitas fotos da semana de moda de Nova York, a New York Fashion Week, em fevereiro, mostram Amanda e o fundador do Google juntos – mas apenas como “colegas de trabalho”. Eventualmente, o triângulo amoroso pode ter começado enquanto a funcionária ainda era a musa de Barra. Ou, como dizem os sites de fofoca do Vale do Silício, a musa do Google.

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