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Remédio à base de testosterona, suplementos e produtos de cannabis são proibidos pela Anvisa

Resolução publicada pelo órgão nesta quinta-feira, 6, atinge lote falsificado de medicamento, suplementos sem registro e itens à base de cannabis

Por Camila Mazzotto Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 ago 2026, 12h00 | Atualizado em 6 ago 2026, 12h21
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira, 6, a apreensão de um lote do medicamento Nebido fabricado por empresa não identificada. O lote em questão foi considerado falsificado.

A medida, segundo a agência, foi adotada após comunicado da detentora do registro do produto, a Grünenthal do Brasil Farmacêutica Ltda., informando que não reconhece como original o lote KT0S5T4. O remédio à base de testosterona é indicado para terapia de reposição hormonal em homens com hipogonadismo, condição caracterizada pela deficiência do hormônio sexual masculino.

A empresa também comunicou à Anvisa que há divergências no padrão de impressão dos dados da embalagem do lote em relação ao produto original, um indício de que houve falsificação.

Além disso, a companhia informou que o lote não foi produzido pela empresa para o mercado brasileiro nem para qualquer outro mercado em que o produto é comercializado.

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A medida da Anvisa se restringe a esse lote falsificado e não afeta os demais lotes fabricados pela companhia.

Suplementos e produtos canábicos

Na mesma resolução, publicada no Diário Oficial da União, a Anvisa também determinou a apreensão de dois suplementos alimentares que não têm registro sanitário e são fabricados por empresas sem autorização de funcionamento. São eles:

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  • Slim Turbo Premium;
  • Slim CPS Dourado Gold.

Ambos são da empresa Ebazar.com.br Ltda. e, segundo a medida, não podem ser fabricados, distribuídos, vendidos, divulgados ou utilizados.

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Além disso, a Anvisa proibiu todos os produtos de cannabis produzidos pela Associação Canábica Nordeste (Acanne).

De acordo com a agência, a associação está funcionando sem autorização válida, em endereço não confirmado. A medida também aponta que a Acanne comercializa produtos de cannabis sem o registro exigido pelas autoridades brasileiras.

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