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Rede municipal de saúde de São Paulo usará cloroquina, diz Bruno Covas

Os hospitais municipais que tratam pacientes com Covid-19 poderão administrar o remédio mediante prescrição médica e consentimento do infectado

Por Da redação - Atualizado em 9 abr 2020, 17h16 - Publicado em 9 abr 2020, 17h08

O prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) anunciou nesta quinta-feira, 9, que a cloroquina será introduzida como protocolo de tratamento contra a Covid-19 na rede pública municipal. Segundo Covas, o tratamento só será administrado mediante prescrição médica e consentimento do paciente ou da família.

“Ainda não é possível ser uma política pública porque nós não temos ainda pesquisas concluídas, mas havendo prescrição do médico e concordância do paciente, a Secretaria Municipal de Saúde passou a entregar esse tratamento”, disse Covas.

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Segundo ele, a prefeitura possui 6.000 cápsulas do medicamento, quantidade suficiente para tratar 1.000 pacientes. Já foi solicitada a compra de mais unidades do remédio. Questionado se o medicamento também estará disponível nas periferias da cidade, Covas reforçou que o uso é exclusivo para ambiente hospitalar. “A cloroquina é para os pacientes dos hospitais municipais. Não é medicamento para ser distribuído em ruas, seja a rua do Jardins, seja a rua de Paraisópolis”, afirmou o prefeito Bruno Covas.

O estado de São Paulo tem 6.708 casos e 428 mortes confirmadas por Covid-19. A taxa de mortalidade por coronavírus no estado é de 6%, maior que a de 5% registrada em todo o Brasil.

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