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Paulistano se rende à medicina alternativa

Por Da Redação - 28 dez 2011, 06h04

Por AE

São Paulo – A oferta de tratamentos da medicina alternativa, como acupuntura e meditação, mais que dobrou na cidade de São Paulo em sete anos. O número de unidades públicas de saúde que oferecem práticas corporais ou terapias desse tipo passou de 183, em 2004, para 477, em 2011 – levando-se em conta Unidades Básicas de Saúde (UBS), pontos de Assistência Médica Ambulatorial (AMA), Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e centros de referência. Em 1991, por exemplo, existiam apenas dez locais.

O movimento reflete o maior interesse dos paulistanos pela área. Só de 2010 para 2011, o total de praticantes de atividades da medicina chinesa oferecidas pela Secretaria Municipal de Saúde passou de 34 mil para 37 mil. Atualmente, há 1.199 grupos semanais dedicados a práticas como lian gong, xian gong, tai chi pai lin ou dao in. De pronúncia difícil, esses nomes chineses representam exercícios corporais que agem como coadjuvantes contra vários males de saúde: hipertensão, diabete, dores e até depressão.

No Centro de Convivência e Cooperativa da Vila Guarani, na zona sul, 250 pessoas participam dos grupos semanais de práticas chinesas. Segundo a gerente da unidade, Fátima Fernandes Biscaro, a maioria dos frequentadores chega ali com queixas de dores, artrites, artroses e depressão. Grande parte é encaminhada a partir de alguma UBS, mas alguns comparecem espontaneamente. Após alguns meses de prática, o principal efeito observado pelos participantes é a diminuição na necessidade de tomar remédios. As informações são do Jornal da Tarde.

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AE

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