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Oxímetro: taxa de erro é três vezes maior em pessoas de pele negra

Estudo americano mostrou que a leitura imprecisa pode ocorrer devido à forma como a luz do dispositivo é absorvida por pigmentos de pele mais escuras

Por Da Redação 27 fev 2021, 12h33

Estudo americano mostrou que os oxímetros, aparelhos usados para medir o nível de oxigenação do sangue, sucesso de venda durante a pandemia, oferecem um risco três vezes maior de fornecer leituras erradas em pessoas de pele negra.

Os pesquisadores, da Escola de Medicina da Universidade de Michigan, suspeitam que a leitura imprecisa pode ocorrer devido à forma como a luz do dispositivo é absorvida por pigmentos de pele mais escuras.

A análise foi feita com 10.789 resultados de testes de 1.333 pacientes brancos e 276 pacientes negros hospitalizados na instituição.

Os resultados mostraram que a oximetria superestimou os níveis de oxigênio em 3,6% em pacientes brancos e em quase 12% dos pacientes negros. Os cientistas explicaram também que esmalte escuro também podem reduzir a precisão.

 

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