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Novos estudos reforçam vínculo entre bebidas açucaradas e obesidade

Pesquisas sugerem que refrigerantes e sucos com açúcar podem afetar o funcionamento dos genes, aumentando a pré-disposição para engordar

Por Da Redação - 26 set 2012, 17h01

Três novos estudos publicados neste fim de semana reforçam o vínculo entre a ingestão de bebidas com adição de açúcar, como refrigerantes e sucos artificiais, e a epidemia de obesidade nos Estados Unidos. Segundo os autores dessas pesquisas, que foram divulgadas na edição online do periódico New England Journal of Medicine, o consumo desses produtos no país mais que dobrou desde os anos 1970, assim como a taxa de obesidade entre os americanos no mesmo período, que afeta atualmente 30% da população adulta.

O primeiro estudo, feito pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, com mais de 33.000 americanos, homens e mulheres, indicou que consumir essas bebidas açucaradas pode agir nos genes, afetando o peso e ampliando a pré-disposição genética de uma pessoa a engordar. Para chegar a essa conclusão, a equipe usou as 32 variações de genes conhecidos por influenciar no peso com a finalidade de estabelecer um perfil genético dos participantes do estudo. Os autores determinaram também seus hábitos alimentares, de consumo de bebidas açucaradas e de práticas de exercícios baseados nas respostas a um questionário durante quatro anos.

Hábitos mais saudáveis – Os outros dois estudos demonstraram que o fato de dar a crianças e adolescentes bebidas sem calorias, como água mineral ou refrigerantes com adoçantes, levaram a uma perda de peso. Uma dessas pesquisas foi feita no Hospital Infantil de Boston com 224 adolescentes obesos ou que tinham excesso de peso, aos quais os cientistas mandaram regularmente a domicílio garrafas d’água ou refrigerantes light. Os pesquisadores também os incentivaram a consumir essas bebidas durante um ano, período de duração do estudo. Esses adolescentes não tiveram ganho de peso superior a 1,5 quilo durante este prazo, contra um aumento médio de 3,4 quilos observado no grupo que consumiu refrigerantes normais.

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A última pesquisa que chegou a conclusões semelhantes foi realizada por cientistas da Universidade VU de Amsterdã, na Holanda, com 641 crianças com idades entre 4 e 11 anos com peso normal. Metade desses participantes consumiu diariamente um quarto de litro de bebidas de frutas açucaradas e o restante, a mesma quantidade de bebidas, mas com adoçantes no lugar do açúcar. Após 18 meses, as crianças que consumiram bebidas de baixas calorias ganharam 6,39 quilos em média. No grupo que ingeriu bebidas de frutas açucaradas houve um aumento de 7,36 quilos.

“Tomados em conjunto, esses três estudos parecem indicar que as calorias provenientes de refrigerantes e bebidas de frutas fazem diferença”, destacou, em um editorial que acompanhou as pesquisas, a doutora Sonia Caprio, do serviço de Pediatria da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Segundo ela, “chegou o momento de agir e apoiar vigorosamente a implementação das recomendações das instituições médicas para reduzir o consumo de refrigerantes e outras bebidas açucaradas entre crianças e adultos.”

A American Beverage Association/ABA, grupo profissional que representa a indústria de refrigerantes e bebidas de frutas, rejeitou vigorosamente as conclusões destes estudos. “A obesidade não se deve unicamente a um só tipo de comida ou bebida”, escreveu a ABA em um comunicado, destacando que “as bebidas açucaradas têm um papel menor na alimentação dos americanos” e não representam, em média, mais que 7% das calorias absorvidas pelas pessoas nos Estados Unidos.

Clique nas perguntas abaixo para saber mais sobre obesidade e dietas:

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Evitar o consumo de carne ajuda a emagrecer?

Chá verde emagrece ou desintoxica? Existe um limite máximo diário para o consumo?

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A ingestão de líquidos antes e durante as refeições ajuda a emagrecer?

Para evitar o ganho de peso, podemos comer algum alimento até quantas horas antes de dormir?

É verdade que ficar sem comer engorda? Por quê?

Comer em pequenas quantidades, várias vezes ao dia, é melhor que fazer apenas três refeições diárias?

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Quais são as consequências dos remédios para emagrecimento? Eles podem causar dependência?

É verdade que quem toma remédio para emagrecer engorda novamente ao parar de tomar?

Qual é a eficiência dos shakes de emagrecimento? Eles podem causar danos ao fígado?

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Os termogênicos, que aumentam o metabolismo e a temperatura interna do corpo, trazem algum risco para a saúde?

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*O conteúdo destes vídeos é um serviço de informação e não pode substituir uma consulta médica. Em caso de problemas de saúde, procure um médico.

(Com agência France-Presse)

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