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Novo ministro da Saúde diz que pasta precisa investir melhor

Alexandre Padilha diz que acabar com filas no SUS será sua 'obsessão'

Por Da Redação 3 jan 2011, 18h56

“É verdade que precisamos de mais recursos, mas também é verdade que precisamos investir mais e melhor os recursos que temos hoje” – Alexandre Padilha, ministro da Saúde

Em seu discurso de posse, em Brasília, nesta segunda-feira, o novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu o uso racional do orçamento destinado à pasta. “É verdade que precisamos de mais recursos, mas também é verdade que precisamos investir mais e melhor os recursos que temos hoje”, disse.

Padilha pediu ao Congresso a aprovação do projeto de lei que regulamenta a Emenda Constitucional 29, garantindo um mínimo de recursos para a saúde. A regulamentação do texto constitucional também deverá proporcionar regras claras de financiamento do setor. Assim, seria de conhecimento público o volume de recursos destinados para a saúde em estados e municípios.

Filas no SUS – Padilha prometeu focar os esforços de sua pasta na melhoria do acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS). Ele reconheceu que a população enfrenta filas para a realização de procedimentos e disse que resolver esse problema será a “obsessão” de sua gestão.

Nesse sentido, o ministro defendeu a construção de um pacto federativo para que a União, estados e municípios se comprometam com o aprimoramento do sistema. Ele afirmou ainda que dedicará atenção aos planos de saúde, que atendem mais 40 milhões de brasileiros.

Crack – Segundo Padilha, a presidente Dilma Rousseff pediu a ele especial atenção à implantação de uma rede para o serviço de saúde da mulher e da criança. Dilma também pediu a rápida implantação da gratuidade dos medicamentos para hipertensos e diabéticos nas farmácias populares.

A presidente quer ainda que o ministério lidere, em parceria com outras pastas, as políticas de enfrentamento da epidemia do crack. Padilha anunciou que aguarda para breve os resultados de uma primeira pesquisa que vai retratar a real dimensão da droga no país.

(Com Agência Estado)

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