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Mortes de crianças por acidentes domésticos caem 31%

De acordo com o Ministério da Saúde, na última década os óbitos nessas condições passaram de 868 para 595 casos

Por Da Redação - 7 dez 2012, 16h36

O número de óbitos de crianças de até 10 anos, causados por acidentes domésticos, apresentou uma redução de 31% no Brasil na última década. O número caiu de 868 em 2000 para 595 em 2010. A quantidade de internações de crianças por essas causas também foi reduzida. Em 2010, foram 11,6 mil internações, e, em 2001, 10,2 mil.

De acordo com o Ministério da Saúde, as principais causas dessas mortes foram riscos à respiração (42,3%), como sufocação na cama e asfixia com alimentos, seguidos por afogamentos (28,2%) e exposição à fumaça e ao fogo (10,7%).

A faixa etária mais atingida é a de crianças menores de um ano. Em 2000, foram 376 mortes em crianças dessa faixa, contra 253 em 2010.

Prevenção – Para o Ministério da Saúde, essa redução se deve ao investimento, desde 2001, na Política Nacional de Redução da Mortalidade por Acidentes e Violências, que envolve ações de vigilância e prevenção de acidentes. Além disso, a agilidade no atendimento também impacta esses resultados. As Unidades de Pronto Atendimento (UPA), por exemplo, funcionam 24 horas por dia, e resolvem a maior parte dos casos sem necessidade de encaminhamento dos pacientes ao pronto-socorro hospitalar, reduzindo filas.

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