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Ministério investe em cirurgias eletivas para reduzir filas no SUS

Por Da Redação - 6 out 2011, 17h45

Por AE

São Paulo – Os estados brasileiros e Distrito Federal receberão R$ 550 milhões para aumentar o número de cirurgias eletivas no País. São consideradas eletivas as cirurgias que não são de emergência, como tratamento de varizes, cirurgias ortopédicas e retirada de amígdalas, por exemplo. Os recursos serão aplicados nas especialidades de maior demanda e conforme a realidade de sua região.A ação beneficia 2.555 cidades de todo o Brasil.

“Nós distribuímos recursos pelo Brasil inteiro, pelo tamanho da população de cada município. Um município sozinho não faz a cirurgia, não tem o hospital para fazer. Então ele se junta em vários municípios ou o estado organiza isso”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Segundo ele, o Estado ou o conjunto de municípios ao apresentar o projeto para o Ministério recebe o repasse dos recursos. “Nós vamos passar 40% dos recursos antecipados. Vamos monitorar as cirurgias, saber quantas estão sendo feitas em cada um dos municípios. Aqueles Estados que garantirem o atendimento rápido à população vão receber mais recursos para poderem fazer mais cirurgias”, garantiu Padilha.

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Do total previsto, R$ 350 milhõesestão destinados às cirurgias eletivas selecionadas como prioritárias. São R$ 200 milhões para a realização de cirurgia de catarata e R$ 150 milhões de reais para o tratamento de varizes, cirurgias ortopédicas e nas áreas de urologia, oftalmologia e otorrinolaringologia. Além disso, do total, R$ 50 milhões serão destinados aos municípios com 10% ou mais de sua população em situação de extrema pobreza. As informações são do Ministério da Saúde.

AE

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