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Mesmo com aumento de casos de Covid, São Paulo mantém aulas presenciais

Segundo autoridades de saúde e educação, decisão se deve a alta cobertura vacinal e o avanço gradual da vacinação de crianças de 5 a 11 anos

Por Sabrina Carmo 21 jun 2022, 17h06

A prefeitura de São Paulo anunciou mudanças para instituições de ensino em relação aos surtos de síndrome gripal por Covid-19, em portaria publicada nesta terça-feira, 21, no Diário Oficial.

De acordo com as secretarias municipais da Saúde e da Educação, as novas medidas adotadas procuram assegurar a aprendizagem, saúde mental e nutrição de crianças e adolescentes com a continuidade das aulas presenciais, tendo em vista a alta cobertura vacinal entre adultos e adolescentes e o avanço gradual da vacinação do público infantil de 5 a 11 anos.

A prefeitura estabelece que contatos assintomáticos não devem ser afastados do ambiente escolar, mas sim continuar com suas atividades regulares e serem diariamente monitorados pela instituição de ensino por 14 dias, contados a partir do último contato com um caso confirmado. Além disso, não é indicada a suspensão de aulas e atividades escolares em razão de casos confirmados de Covid-19.

Em pré-escolas e creches, o uso de máscara se torna obrigatório para adultos com a confirmação de pelo menos dois casos da doença. As máscaras devem ser utilizadas por 14 dias contados a partir da confirmação do último caso. A mesma medida se aplica para o ensino fundamental, médio, técnico e superior, mas deve ser adotada tanto por alunos como por funcionários. A Secretaria Municipal da Saúde recomenda o uso de máscaras em ambientes fechados e em unidades escolares.

Casos confirmados em qualquer nível de ensino devem ser afastados por sete dias a partir do início dos sintomas. Terminado o período de isolamento e não apresentando mais os sintomas, é possível retornar ao ambiente escolar. Do contrário, o isolamento deve ser mantido por dez dias.

Instituições de ensino que identificarem casos de Covid-19 devem informar a Unidade Básica de Saúde (UBS) da região e a Diretoria Regional de Educação (DRE). A UBS e a Unidade de Vigilância em Saúde (Uvis) ficam responsáveis por notificar as infecções e fazer a orientação das medidas de controle. É preciso também informar a Diretoria sobre as medidas de segurança adotadas pela unidade educacional.

Entre os sintomas da síndrome gripal estão febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos. Em crianças, considera-se também a obstrução nasal. Aqueles que apresentarem pelo menos dois dos sintomas devem procurar a UBS mais próxima para realizar o teste de Covid-19 e ser orientado para o monitoramento e devidos cuidados.

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