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Especialista tira dúvidas sobre a fibrose cística

Neiva Damaceno, chefe do Ambulatório de Fibrose Cística da Santa Casa de São Paulo, fala sobre como aumentar a expectativa de vida dos pacientes

Nas últimas décadas, os portadores de fibrose cística presenciaram grandes mudanças no prognóstico e tratamento da doença. Se no passado era raro que as crianças portadoras conseguissem sequer ir à escola, hoje elas podem viver com uma boa qualidade de vida e passar dos 40 anos de idade. A doença, causada por um defeito genético, faz com que as glândulas produzam secreções anormais que atingem o pulmão e impedem a produção de enzimas que ajudam a absorver os nutrientes dos alimentos. Essas secreções prejudicam os pulmões e podem causar infecções respiratórias graves. Nos vídeos abaixo, a pneumologista Neiva Damaceno, responsável pelo Ambulatório de Fibrose Cística da Santa Casa de São Paulo, explica por que o diagnóstico precoce é importante para oferecer maior qualidade de vida e aumentar a longevidade dos portadores e como identificar a doença nos primeiros anos de vida.

*O conteúdo destes vídeos é um serviço de informação e não pode substituir uma consulta médica. Em caso de problemas de saúde, procure um médico.