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Covid-19: Estados Unidos começam a aplicar segunda vacina aprovada

Vacina da Moderna teve uso emergencial autorizado nos últimos dias e deve ser usada na imunização de profissionais da saúde principalmente

Por Mariana Rosário Atualizado em 21 dez 2020, 18h11 - Publicado em 21 dez 2020, 17h20

Uma enfermeira de Connecticut, nos Estados Unidos, recebeu diante das câmeras, nesta segunda-feira, 21, a vacina da Moderna contra a Covid-19, dando a partida na campanha deste novo tratamento aprovado de emergência na sexta-feira, 18.

Mandy Delgado, enfermeira na UTI do hospital de Hartford, disse estar “feliz” por “ser a primeira a receber” o antígeno. “Vi pacientes chegarem com falta de oxigênio e como seu estado piorava progressivamente e morriam, sem que sua família pudesse estar presente”, disse, pouco antes de receber o medicamento. O fármaco da Moderna é administrado em duas doses, injetadas com um intervalo de algumas semanas, assim como a vacina da aliança americana-alemã Pfizer/BioNTech, com a qual começaram a imunizar a população há uma semana.

Como avanço, as vacinas da Moderna exigem protocolos de refrigeração menos rígidos do que os da Pfizer, o que deve facilitar a logística para as entidades locais sobretudo nas áreas mais rurais e de difícil acesso, apontaram as autoridades americanas.

O medicamento teve eficácia aferida em aproximadamente 94%, uma taxa muito alta para qualquer tipo de imunizante. A ideia é que os profissionais da saúde figurem como um dos principais grupos com prioridade na distribuição deste antígeno.

O vice-presidente Mike Pence recebeu a vacina da Pfizer/BioNTech na sexta-feira, e o presidente eleito Joe Biden está foi vacinado nesta segunda-feira.

Com informações da AFP

Nesta segunda-feira, 21, o Brasil teve médias móveis em 48. 067,7 casos e 779,4 mortes.

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