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Covid-19: a vacinação nos países sul-americanos

Duas nações já começaram a imunização, outras aprovaram antígenos e estão em negociação com laboratórios

Por Giulia Vidale, Mariana Rosário Atualizado em 18 mar 2021, 20h25 - Publicado em 6 jan 2021, 18h17

Enquanto as principais candidatas a vacinação no Brasil  — os imunizantes da Universidade de Oxford e da Sinovac Life Science — terão pedidos de uso protocolados junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos próximos dias, outros países da América do Sul já iniciaram a vacinação ou têm aprovações de fármacos finalizadas pelas agências reguladoras locais.

O primeiro país do bloco a dar as agulhadas foi o Chile, que iniciou a aplicação em 24 de dezembro com o imunizante desenvolvido pela Pfizer/BioNTech aprovado emergencialmente no país no dia 17. Também nessa data, o Equador concedeu o mesmo tipo de liberação ao medicamento — por lá, contudo, a vacinação ainda não foi iniciada. A imprensa local afirma que as primeiras doses do imunizante devem chegar no dia 18 deste mês.

Outro país que iniciou a vacinação no bloco foi a Argentina que desde 29 de dezembro aplica doses da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. Segundo o monitor da agência Bloomberg, 32.000 pessoas já foram imunizadas. A Guiana Francesa terá aplicação da vacina da Pfizer, as primeiras doses chegam no dia 12 de janeiro.

A Sputnik V também foi aprovada pela Bolívia, que concedeu outro aval positivo para a CoronaVac, antígeno do laboratório Sinovac Life Science, forte parceiro do governo paulista. As liberações ocorreram nesta quarta-feira, 6. As primeiras remessas da Sputnik devem começar a chegar em março, as doses da CoronaVac ainda não têm prazo. Na última terça-feira, 5, a Colômbia aprovou o imunizante da Pfizer. O Uruguai ainda não apresentou uma data para vacinação, mas diz estar em negociação com laboratórios.

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