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Casos de Covid-19 dão salto na França e Reino Unido nas últimas 24 horas

Especialistas atribuem aumento de infecções às duas novas subvariantes da ômicron, BA.4 e BA.5, altamente transmissíveis e falta de medidas protetivas

Por Simone Blanes 19 jun 2022, 16h36

As infecções por Covid-19 em países europeus deram um salto nas últimas 24 horas. Na França, o número aumentou de 18 000 casos diários no final de maio para mais de 50 000 positivados nas últimas 24 horas, de acordo com a Santé Publique France, agência de vigilância sanitária francesa. Uma alta de cerca de 743%.

No Reino Unido, os casos sintomáticos aumentaram de 114.030 em 1º de junho para 167.973 em 14 de junho, segundo dados do ZOE Covid, coincidindo com as celebrações do jubileu de Platina da Rainha Elizabeth II.  “Surpreendentemente, estamos entrando em nossa terceira onda de 2022”, disse Steve Griffin, virologista da Universidade de Leeds. “Muito se falou da diminuição dos casos da onda BA2 nas últimas semanas. No entanto, isso não apenas se estabilizou, mas começaram a aumentar mais uma vez”, completou.

De acordo com especialistas, o crescimento de novas infecções se dá principalmente pelo surgimento das duas novas subvariantes da ômicron, BA.4 e BA.5, altamente transmissíveis, nas últimas semanas – são entre 10% e 15% mais contagiosas, mas supostamente não causam doença mais grave do que as cepas anteriores e a falta de medidas protetivas pelo retorno “à normalidade”. O impacto nos hospitais, porém, ainda não pode ser calculado. De qualquer forma, Olivia Grégoire, porta-voz do governo francês, afirmou que estão “vigilantes” e devem anunciar as medidas que serão mantidas como o uso de máscara obrigatório em estabelecimentos de saúde e casas de repouso para idosos, após o fim do estado de emergência sanitária, previsto para o dia 31 de julho, na próxima quarta-feira 22, durante o Conselho de Ministros.

Os especialistas também reforçam a importância da vacinação, que na França atinge cerca de 79% da população, com três doses. Mesmo os imunizantes disponíveis ainda não sendo atualizados para combater a ômicron e suas subvariantes, é ainda a medida mais eficaz. Novas vacinas estão sendo testadas pela Pfizer e pela Moderna, mas ainda não se sabe quando estarão disponíveis.

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