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Bebês nascidos em 2015 vão viver em média até 71 anos

De acordo com a OMS, esse é o crescimento mais rápido desde 1960. No Brasil, a média chegou a 75 anos, quase 4 anos acima da média mundial, de 71,4 anos

Por Da Redação 20 Maio 2016, 15h04

A expectativa de vida no mundo aumentou em média cinco anos entre 2000 e 2015, de acordo com o relatório anual de estatísticas divulgado nesta quinta-feira (19) pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Uma criança nascida em 2015 pode viver 71,4 anos: mais tempo para as mulheres (73,8 anos) do que para os homens (69,1 anos).

De acordo com a organização, esse é o crescimento mais rápido desde os anos 1960, quando Europa e Japão se beneficiaram dos progressos socioeconômicos da reconstrução após a Segunda Guerra Mundial.

A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, declarou que foram feitos importantes progressos para combater enfermidades evitáveis e curáveis, graças a um maior acesso à terapia antirretroviral para prevenir a infeção do HIV. A luta contra a aids e o combate à malária no continente africano também desempenharam um papel importante para chegar a este resultado.

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Ricos e pobres – Apesar dos avanços nos países mais pobres, a OMS pondera que persistem diferenças importantes em termos de expectativa de vida entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento.

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Uma menina que nasce hoje no Japão tem a mais longa expectativa de vida: 86,8 anos. No caso dos homens, a Suíça oferece a maior longevidade, com média de 81,3 anos.

Serra Leoa ocupa o último lugar na classificação para os dois sexos, com 50,8 anos para as mulheres e 49,3 anos para os homens.

No Brasil, a expectativa média chegou a 75 anos, acima da média mundial, de 71,4 anos. No indicador de expectativa de vida saudável, o país registrou 65,5 anos, enquanto a média mundial ficou em 63,1 anos.

Desafios – Segundo a entidade, para prolongar ainda mais a expectativa de vida, alguns aspectos precisam que melhorar. Os principais são a redução do número de fumantes – atualmente 1,1 bilhão no mundo – e o abastecimento com água potável — estima-se que 1,8 bilhão de pessoas bebem água contaminada diariamente.

(Da redação)

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