Veja Digital - Plano para Democracia: R$ 1,00/mês

Até 2025, China quer reutilizar 60% do lixo doméstico

Crescimento de população consumidora e de aterros sanitários em torno das grades cidades tornaram-se problema no país

Por Da Redação Atualizado em 26 Maio 2021, 11h25 - Publicado em 13 Maio 2021, 12h25

Desde 1º de janeiro, a China fechou suas fronteiras para o lixo de outros países, cumprindo assim um planejamento iniciado em 2017, com a recusa de importações desse tipo para preservar sua saúde pública e o meio ambiente. O país pretende agora atacar o problema do manuseio dos detritos domésticos urbanos, um dos maiores desafios enfrentados pelas agências reguladoras locais.

O crescimento da população, que consome cada vez mais, e o surgimento de aterros sanitários em torno da maioria das grandes cidades levou-os a perseguir duas grandes metas até 2025: aumentar a taxa de reutilização desse tipo de resíduo para 60 porcento (contra 50 porcento em 2020) e elevar os níveis de incineração para cerca de 65 porcento (ante 45 porcento no ano passado).

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC) disse que a capacidade de manuseio de resíduos urbanos atingiu 1,27 milhão de toneladas por dia no ano passado, um aumento de 63 porcento em comparação com 2015. Metade das cidades da China não construiu usinas de incineração de lixo, e muitas cidades nas regiões central e ocidental também não conseguiram cumprir as metas de tratamento de resíduos perigosos, disse a agência.

Além de proibir a importação de resíduos, a China agora está implementando regulamentações que obrigam as pessoas a separar seu lixo e também restringe continuamente os plásticos de uso único e os detritos de embalagens não recicláveis. O país também lançou vários esquemas de reciclagem, assim como um programa de “cidade sem resíduos” com o objetivo de lidar com um acúmulo de tratamento de resíduos sólidos estimado em até 70 bilhões de toneladas em 2019.

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Plano para Democracia

- R$ 1 por mês.

- Acesso ao conteúdo digital completo até o fim das eleições.

- Conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e acesso à edição digital da revista no app.

- Válido até 31/10/2022, sem renovação.

3 meses por R$ 3,00
( Pagamento Único )

Digital Completo



Acesso digital ilimitado aos conteúdos dos sites e apps da Veja e de todas publicações Abril: Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Placar, Superinteressante,
Quatro Rodas, Você SA e Você RH.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)