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Arte tem efeito positivo em pacientes com Alzheimer

Pesquisa italiana afirmou que visita a obras de arte pode reduzir sintomas relacionados à doença, como ansiedade, apatia, irritabilidade e agressividade

Por Da Redação - 14 out 2011, 11h40

Contemplar obras de arte produz efeitos benéficos para os pacientes com Alzheimer, de acordo com estudo realizado pelo Centro de Medicina do Envelhecimento da Universidade Católica de Roma, em conjunto com a Galeria Nacional de Arte Moderna.

A pesquisa envolveu 14 pacientes com grau leve a moderado da doença e comprovou que admirar a beleza das obras de arte pode reduzir em 20% a frequência de alguns sintomas como ansiedade, apatia, irritabilidade e a agressividade dos que sofrem da doença.

Os pacientes foram guiados pela pinacoteca, onde puderam observar detalhes das pinturas de Paolo Veronese, Domenico Morelli e Giuseppe de Nittis. Depois, foram submetidos a uma avaliação clínica e psicológica, segundo o jornal.

“Os resultados comprovam que visitar museus pode frear os primeiros sintomas da doença”, explicou Roberto Bernabei, diretor do Centro de Medicina do Envelhecimento. “Levar os pacientes a locais onde se mostra a beleza é também uma maneira de comunicar ao doente que ele não está segregado e que embora sua mente vacile, pode continuar sua vida”, explica Bernabei.

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Menos stress – “O teste feito antes e depois da visita pela galeria evidenciou uma notável redução do nível de stress, não só em quem está mal, mas também nos acompanhantes”, explicou a geriatra Rossella Liperoti que ressaltou o fato dos efeitos se prolongarem por semanas.

No entanto, não foi comprovada nenhuma influência das obras de arte no déficit cognitivo dos pacientes. Não é a primeira vez que a ciência procura demonstrar a influência positiva da arte em pessoas com algum tipo de doença. O Museu de Arte Moderna de Nova York (Moma) tem um programa de visitas guiadas para incentivar a criatividade em pacientes com Alzheimer.

Números mais recentes da Associação Mundial de Alzheimer contabilizam 40 milhões de doentes e a previsão é que crescimento de 50% até 2030.

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*O conteúdo destes vídeos é um serviço de informação e não pode substituir uma consulta médica. Em caso de problemas de saúde, procure um médico.

(Com Agência EFE)

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