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ANS atualiza cobertura mínima dos planos e inclui teste rápido da dengue

Agência Nacional de Saúde Suplementar acrescenta mais 21 procedimentos obrigatórios à lista de 3.195 já existentes

Por Da Redação 28 out 2015, 20h48

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta quarta-feira, 28, uma atualização da cobertura mínima que deve ser oferecida pelos planos de saúde. A partir do ano que vem, mais 21 procedimentos serão agregados ao rol de 3.195 já existentes. Entre as novidades estão o teste rápido da dengue – que leva um dia, contra sete do teste convencional – e o exame para febre chikungunya, doença viral parecida com a dengue.

Também estão previstos entre os novos procedimentos um medicamento para o tratamento de câncer de próstata chamado enzalutamifa e laserterapia para o tratamento da inflamação de mucosas causadas pela quimioterapia na região da cabeça. Os pacientes cardíacos que necessitarem também poderão contar com o implante de cardiodesfribrilador, uma espécie de marca-passo que também emite fibrilação caso ocorra arritmia cardíaca.

A única exclusão do rol de procedimentos obrigatórios foi a de uma cirurgia nos olhos para tratamento de blefarite e terçol. A pedido da classe médica, ele foi considerado obsoleto.

Custo – Segundo o diretor-presidente da ANS, José Carlos Abrahão, o impacto financeiro nas operadoras será analisado no ano que vem e, se houver necessidade de aumento, ele só ocorrerá no período determinado de reajuste dos planos em 2017. Segundo Abrahão, o reajuste provocado por mudanças no rol obrigatório varia de ano para ano. “Tem ano que dá impacto de 0,5%, tem ano que dá impacto de 1%. Isso vai depender da demanda pelos procedimentos e medicamentos”, disse.

De acordo com dados da ANS, as mudanças vão beneficiar 50,3 milhões de consumidores nos planos de assistência médica, além de 21, 9 milhões de pessoas com planos exclusivamente odontológicos. Em 2000, os planos de assistência médica tinham 31,3 milhões de consumidores e 2,4 milhões nos planos odontológicos.

(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

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