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Veja Essa: Temer, Dilma e “o golpe”

As frases da semana

Por Lizia Bydlowski - 20 set 2019, 06h30

Eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe.

MICHEL TEMER, ex-presidente, um tanto golpeado pelo mau uso das palavras

Temer cometeu novo ato de sincericídio ao falar sobre o golpe.

DILMA ROUSSEFF, comentando a escorregadela de seu ex-vice

Olavo de Carvalho acabou ontem.

JANAINA PASCHOAL, deputada estadual pelo PSL de São Paulo, ao comentar um vídeo publicado pelo astrólogo e guru dos Bolsonaro em que ele atacava a criação da CPI apelidada de “Lava-Toga” e defendia a formação de uma militância a favor do presidente da República

A CPMF morreu.

ONYX LORENZONI, ministro-chefe da Casa Civil, colocando o derradeiro prego no caixão do novo-velho imposto

Tá difícil, eu não consigo mais ir ao morro, frequentar um samba, ir à tendinha, tomar uma cerveja. É muita violência.

ZECA PAGODINHO, que raramente deixa seu sítio em Xerém, ao pé da serra fluminense, nas cercanias do Rio de Janeiro

A oposição na Venezuela é pior do que Bolsonaro.

NICOLÁS MADURO, presidente da Venezuela, palpitando a distância

Já tirei minha mãe do Brasil.

FELIPE NETO, um dos mais populares youtubers do país, alegando ter sido ameaçado de agressão depois de distribuir livros de temática LGBT durante a Bienal do Rio. Foi uma resposta à tentativa do prefeito Marcelo Crivella de censurar uma história em quadrinhos em que dois heróis do sexo masculino se beijavam

É triste, mas sei que a partir de agora será como jogar todo jogo fora de casa.

NEYMAR, em seu retorno ao PSG, na vitória por 1 a 0 contra o Strasbourg. Ele foi muito vaiado por ter tentado sair do clube e voltar ao Barcelona — mas não conseguiu. A resposta: um golaço de bicicleta

Penso todos os dias no fracasso do Brexit.

DAVID CAMERON, ex-primeiro-ministro britânico, o homem que abriu a caixa de Pandora da saída da União Europeia e agora se mostra um tanto arrependido. Cameron acaba de lançar um livro de memórias
Cecília Acioli/Folhapress

Psicopatas têm atração por mim. Sou um poço de carência.

MAITÊ PROENÇA, atriz

Acho que precisaria haver uma maior moderação e retirar o componente ideológico das decisões. Cada vez que se coloca a questão ideológica você divide.

FERNANDO COLLOR DE MELLO, cuja Presidência foi tão dividida que culminou com sua renúncia depois de deflagrado um processo de impeachment, tratando da postura da gestão Bolsonaro, de evidente cunho ideológico

Vamos imaginar que essa gente estivesse no Poder Executivo. O que eles fariam? Certamente fechariam o Congresso, fechariam o Supremo.

GILMAR MENDES, ministro do STF, indagado sobre a postura dos procuradores da Lava-Jato

Publicado em VEJA de 25 de setembro de 2019, edição nº 2653

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