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Seis recomendações do FMI para a economia do Brasil crescer​

A aprovação da reforma da Previdência está entre as medidas prioritárias

Por Da Redação - 20 abr 2018, 06h00

– Reforma da Previdência
Aprovação da medida: ela é prioritária para garantir que as contas brasileiras sejam sustentáveis a longo prazo, afirma o último relatório do órgão.

– Abertura comercial
Redução de barreiras comerciais tarifárias e não tarifárias, como cotas de importação: a iniciativa melhoraria a eficiência da economia e daria impulso ao crescimento da produtividade.

– Imposto sobre a renda
Aumento do alcance de impostos sobre a renda: no Brasil, o principal tributo dessa natureza é o imposto de renda, mas rendimentos de lucros e dividendos recebidos por pessoas físicas, por exemplo, não são taxados.

– Impostos indiretos
Redução de tributos indiretos (embutidos no preço de produtos e serviços): como o porcentual cobrado não varia segundo quem compra, pesa mais no bolso dos pobres. Sua diminuição reduziria a desigualdade, diz o FMI.

– Programas sociais
Transferência de renda: a ser feita por meio de programas sociais que exijam contrapartidas, como a presença de filhos na escola e a vacinação em dia (é o que prega, mas nem sempre cobra, o programa brasileiro Bolsa Família).

– Investimento em educação
Diversificação da economia: países altamente dependentes de commodities (matérias-primas voltadas para a exportação) devem investir em educação e treinamento para qualificar a força de trabalho e ampliar o acesso ao crédito.

Publicado em VEJA de 25 de abril de 2018, edição nº 2579

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