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Quatro evidências de que o mercado pet não sentiu os efeitos da crise

O setor voltado aos animais domésticos está em expansão

Por Da Redação 18 set 2020, 06h00

– Um novo bilionário
O início da carreira empreendedora de Sergio Zimerman foi com o pé esquerdo: ele faliu uma distribuidora de bebidas e, no período de vacas magras, trabalhou até de palhaço em festas infantis para se manter. Fundou a primeira Petz em 2002 (hoje a rede possui mais de 100 pontos de vendas no Brasil), depois de ter sido ignorado ao tentar montar uma loja daquela que hoje é sua principal concorrente no mercado de produtos para animais de estimação, a Cobasi. Recentemente, tornou-se o mais novo bilionário do país com a bem-sucedida abertura do capital de sua rede. O IPO movimentou mais de 3 bilhões de reais, e Zimerman detém 35% de participação no negócio, fatia avaliada em 1,7 bilhão de reais.

– Atrás apenas dos Estados Unidos
Os consumidores americanos têm um peso enorme no mercado pet, respondendo por 50% das vendas, de acordo com um levantamento recente da Euromonitor International. Mas o desempenho do Brasil chama atenção: o país está em segundo lugar, com 6,4% de participação global, acima pela primeira vez do Reino Unido (6,1%).

– Sem perdas na pandemia
Enquanto a maioria dos setores amarga perdas recorde com a pandemia, o universo pet conseguiu a façanha de se manter estável em meio à crise. A expectativa da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) é que o segmento fature em 2020 cerca de 36 bilhões de reais, cifra próxima à registrada em 2019.

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– A explosão do e-commerce
Entre 2017 e 2020, as vendas on-line no setor pet triplicaram no Brasil. Durante a pandemia, muitos clientes sumiram das lojas, mas o movimento no e-commerce explodiu (no caso da Petz, mais que dobrou no período).

Publicado em VEJA de 23 de setembro de 2020, edição nº 2705

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