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Países que barraram brasileiros após nova cepa do coronavírus na Amazônia

Reino Unido, Portugal, Alemanha e Itália fecharam as fronteiras

Por Da Redação Atualizado em 4 fev 2021, 13h58 - Publicado em 5 fev 2021, 06h00

- Reino Unido
Na terça-feira 2, a Espanha (na foto, desinfecção em aeroporto de Madri) proibiu por duas semanas a entrada de viajantes com origem no Brasil em razão do temor da variante do coronavírus descoberta no Amazonas no início de janeiro. Com isso, os espanhóis engrossaram uma lista cada vez mais extensa de países da Europa que adotaram a medida pelo mesmo motivo. Os primeiros foram os britânicos, em 15 de janeiro, cinco dias após o Japão alertar sobre a detecção da nova cepa em quatro pesquisadores que haviam voltado da Amazônia. “Eu acho justo dizer que ainda temos dúvidas sobre ela”, disse o premiê Boris Johnson, que enfrenta uma mutação do vírus surgida em seu território.

- Itália
Um dia após o Reino Unido, o governo italiano decidiu vetar qualquer um que tenha estado no Brasil nas últimas duas semanas — a medida valeria por quinze dias, até 31 de janeiro, mas foi prorrogada pelo mesmo período. “É fundamental que nossos cientistas estudem a nova cepa”, disse o ministro da Saúde de lá, Roberto Speranza.

- Portugal
Na quarta-feira 27, foram suspensas as viagens entre o país e o Brasil, com exceção dos voos de repatriação e de caráter humanitário — mesmo nesses casos, é preciso apresentar teste negativo feito 72 horas antes e se submeter a uma quarentena de duas semanas. A medida levou em consideração o fato de a nação europeia viver um momento delicado da pandemia, com o aumento de internações e mortes.

- Alemanha
Desde sábado 30, o país proíbe passageiros vindos do Brasil, Reino Unido e África do Sul. A medida vale inicialmente até 17 de fevereiro. Segundo Kai Klose, secretário de Saúde de Hesse, da região central alemã, a nova cepa amazônica foi identificada em um morador que acabara de voltar de uma viagem ao Brasil.

Publicado em VEJA de 10 de fevereiro de 2021, edição nº 2724

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