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Leitor: Profissionais de saúde, Mandetta e distanciamento social

Os assuntos mais comentados da semana

Por Da Redação Atualizado em 27 mar 2020, 08h53 - Publicado em 27 mar 2020, 06h00

Assuntos mais comentados

– O trabalho dos profissionais de saúde
– Distanciamento social
– João Doria e Wilson Witzel
– Ministro Mandetta
– Templos e igrejas


O EMPENHO DA CLASSE MÉDICA

Meu herói usa jaleco branco (“Os heróis em ação”, 25 de março).
Bella Bel
Manaus, AM (via Instagram)

Os profissionais de saúde mereciam ganhar salários muito mais altos — e não os jogadores de futebol e alguns artistas, que recebem milhões.
Luan Testo
São Paulo, SP (via Instagram)

Tenho um sonho: que a classe médica que trabalha no dia a dia dos hospitais seja mais valorizada e mais respeitada, com horários de plantões mais dignos, depois que esse pesadelo passar.
Dani Cortês Cintra
São Paulo, SP (via Instagram)

Cotidiano heroico é o dos hospitais públicos, onde os equipamentos são escassos e o fluxo de pacientes é muito maior.
Rodrigo Araújo
São Paulo, SP (via Instagram)

Se o Hospital Albert Einstein já tinha planejamento contra o coronavírus desde janeiro, sabendo o que houve na China, por que nossos governantes deixaram o Carnaval acontecer?
Leandro Santoro
São Paulo, SP (via Facebook)

Se em nenhum dos melhores hospitais do país há roupas de proteção específicas para os profissionais de saúde lidarem com o vírus, imagine no resto do país.
Cássia Martins
Unaí, MG (via Facebook)


COTIDIANO

Se nem na Europa estão respeitando as medidas de distanciamento social, imagine no Brasil (“Toque de recolher”, 25 de março).
Guilherme Alves
Goiânia, GO (via Instagram)

A Alemanha já demonstrou que, além do isolamento social, é preciso aumentar a quantidade de testes para detectar a Covid-19 e contar com hospitais equipados. Os alemães têm, até agora, a menor taxa de letalidade da doença respiratória. É um exemplo a seguir.
Carla Samya
Recife, PE (via Instagram)


GOVERNADORES

Sou do Rio de Janeiro e discordo do governador Wilson Witzel em muita coisa. Mas acho que ele tomou as medidas certas, de cuidado com a epidemia, ocupando o espaço deixado pelo presidente Bolsonaro. Witzel subiu no meu conceito (“Mais saúde, menos política”, 25 de março).
Antonio Pereira
Rio de Janeiro, RJ (via Instagram)

O governador João Doria está me enchendo de orgulho.
Marcela Estrela
São Paulo, SP (via Instagram)

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BRASÍLIA

O ministro Luiz Henrique Mandetta está fazendo um trabalho magnífico, sem coloração ideológica, não é de esquerda nem de direita (“O poder em quarentena”, 25 de março).
Angela Costa
Natal, RN (via Instagram)

Proponho um desafio, em tempo de coronavírus: elogiar o trabalho de uma pessoa sem atacar a outra.
Alberto Monteiro
Teresina, PI (via Instagram)


RELIGIÃO

Abrir os templos e as igrejas, sim, mas para acolher os moradores que aceitarem abrigo, dando-lhes o mínimo de higiene para que sobrevivam à pandemia. Há templos com capacidade para mais de 5 000 pessoas — ou 1 000, para que não fiquem próximas umas das outras. (“Dilemas da fé”, 25 de março)
Eduardo Junqueira
Curitiba, PR (via Facebook)

Evitar aglomerações, qual é a dúvida? Sabe-se que na Coreia do Sul um dos contaminados esteve em um culto e transmitiu o vírus para pelo menos 1 000 pessoas.
Fernando André Becker
Santa Cruz do Sul, RS (via Facebook)


RAPHAEL MONTES

Em momentos de tensão aprendemos a ser menos oportunistas e mais atentos às oportunidades de aprimorar quem somos. Em tempo de isolamento, que saibamos ser menos solitários e mais solidários (“O lado bom do coronavírus”, 25 de março).
Leonardo Lourenço
São Paulo, SP (via Instagram)

Não gostaria de ser pessimista, mas acho que não acontecerá nada depois dessa epidemia.
Rogério Rangel
São José dos Campos, SP (via Instagram)

Espero que as pessoas entendam uma verdade: nós, seres humanos, somos a epidemia para a natureza e os animais.
Gabriela Kratz
Camboriú, SC (via Instagram)


VAZIO - Cidades como Nápoles reagiram tarde demais: drama maior que o da China Salvatore Laporta/LightRocket/Getty Images

“A Itália é o Brasil da Europa. Há corrupção dos governantes, descaso com a saúde e os cidadãos, orgulhosos, são negligentes.” (“O dia em que a Terra parou”, 25 de março)

Jhonny Oliveira, Chapecó, SC (via Facebook)

MACHISMO ON-LINE

São um bando de filhinhos da mamãe, mal-educados, mal informados, sem muito que fazer e intolerantes a qualquer tipo de frustração. Por isso são rejeitados pelas mulheres. Como chamá-los? Malas sem alça (“Machistas radicais”, 18 de março).
Celia Putini
São Paulo, SP


WALCYR CARRASCO

Nunca gostei de novelas, e por isso nunca dei muita atenção a Walcyr Carrasco (“Quem pode falar de Marielle?”, 18 de março). Até começar a ler sua coluna em VEJA. Sou teólogo de formação e fui pastor batista, o que me distanciaria do autor. Mas que agradável surpresa! Tornei-me admirador de seu texto, de sua coerência ao tratar de temas espinhosos. É sempre minha primeira leitura na revista. Com ele aprendo que compreensão e respeito são o caminho para aceitar o outro.
Alessandro Alcântara de Mendonça
Brasília, DF

Publicado em VEJA de 1 de abril de 2020, edição nº 2680

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