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Leitores: Amazônia, governo federal e vinhos chineses

As mensagens enviadas para a redação de VEJA

Assuntos mais comentados

  • Os oito meses do governo Bolsonaro
  • Páginas Amarelas (Davi Alcolumbre)
  • Luiz Estevão
  • Amazônia

O PARADOXO BOLSONARO

Votei em Bolsonaro e torço para que ele faça um excelente governo (“Bolsonaro x Bolsonaro”, 28 de agosto). Não estou arrependido por ter votado nele, mas decepcionado com as pérolas que ele diz e também com a síndrome de inferioridade, evidente em quem tem o prazer de dizer “quem manda sou eu”. Todos sabem que quem manda é o presidente, porém tentar desmoralizar alguns ministros, como o melhor de todos os ministros, Sergio Moro, é inadmissível.
Edson Jordão
Timbaúba, PE

Rejeitar quem recebeu seu voto é um ato de autocrítica que exige maturidade política do eleitor. Bolsonaro sofreu um colossal desgaste em apenas oito meses. Seu pronunciamento em rede nacional, invertendo tudo o que defendia sobre ações na Amazônia, prova sua total falta de condições intelectuais e psicológicas para exercer a Presidência da República.
Paulo Sergio Arisi
Porto Alegre, RS

É impressionante como o presidente tem a capacidade de gerar crises para si próprio, apenas pronunciando palavras sobre assuntos de pouca importância ou inadequadas para as altas funções que exerce. Conter essa boquirrota postura é um bom caminho para a melhoria da gestão pública atual.
José de Anchieta Nobre de Almeida
Rio de Janeiro, RJ

Como é público e notório, o custo Brasil é o mais elevado do mundo. Senão vejamos: temos os impostos e os juros mais altos do mundo; os pedágios mais caros do mundo; os carros mais caros do mundo; o combustível mais caro do mundo; a energia mais cara do mundo; e os políticos mais caros e mais corruptos do mundo. Como se não bastasse, temos também agora o presidente mais irracional do mundo. Deus salve o Brasil!
Alberto de Sousa Bezerril
Natal, RN


DAVI ALCOLUMBRE

É tranquilizador saber que a nova geração de líderes políticos, bem representada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (“O acordo de paz”, Páginas Amarelas, 28 de agosto), é capaz de transmitir esperança a este sofrido e desalentado povo brasileiro.
Flaudecy de Oliveira Manhães
Campos dos Goytacazes, RJ

O presidente do Senado é contra as privatizações? Os políticos que indicam funcionários para estatais também são contra. O Brasil? Ah, o Brasil… Depois a gente pensa nisso.
Antonio Sydney Cocco
Santos, SP

No tema privatização das estatais, o presidente do Senado dá uma grande enrolada na resposta e não consegue disfarçar o que a grande maioria dos políticos não quer fazer: contrariar os interesses corporativistas dos funcionários públicos e perder suas fontes de influência, poder e dinheiro. Ou seja, é contra.
Ivo Cesar Luckow
Joinville, SC


LUIZ ESTEVÃO

A lei por aqui sempre esteve a serviço de quem detém o poder econômico. Está disseminada pela sociedade a noção de que a lei não é igual para todos (“Foi à lona, mas está de pé”, 28 de agosto).
Renato Mendes Prestes
Águas Claras, DF

Parabéns a VEJA e ao jornalista Hugo Marques pela reportagem. Tudo aquilo de que desconfiávamos ficou claro. É difícil o milionário ser condenado, mas, quando e se isso ocorre, ele sempre fica pouco tempo preso. Ao deixar a cadeia, sai mais rico. Não estou insinuando que dirige seus negócios “tipo Marcola”. A reportagem é um tapa na cara de todos os brasileiros, principalmente na dos que fizeram três ou mais cursos universitários, trabalharam cerca de quarenta anos e se aposentaram com a miséria do INSS mais uns trocados do plano de aposentadoria de uma multinacional.
Carlos Gonçalves de Faria
São Paulo, SP

NA TELINHA – Uso do VAR: mudança de decisão em 79% das consultas

NA TELINHA – Uso do VAR: mudança de decisão em 79% das consultas (Anderson Papel/Código 19/Agência O Globo)

“Antes do VAR, os juízes de futebol erravam com convicções. Depois do VAR, erram com certezas.” (“Ele veio para confundir”, Página Aberta escrita por Arnaldo Cezar Coelho, 28 de agosto)

Dilon Bresam, Porto Alegre, RS

MINDHUNTER

Isabela Boscov resumiu perfeitamente a descrição da série Mindhunter (“Os criminosos na era do ego”, 28 de agosto) ao dizer que ela “inovou também ao exibir dez horas de um programa no qual o diálogo é forma irresistível de ação”. Não sou letrado em cinema, mas já fui fisgado por essa forma de ação também no filme A Chegada, e sou obrigado a concordar: David Fincher é o cara do momento.
Alberto Queiroz Silva
Guarujá, SP


AMAZÔNIA

A Floresta Amazônica é hoje uma batata quente nas mãos do presidente Jair Bolsonaro (“Os prejuízos do capitão motosserra”, 21 de agosto). É extremamente grave o que está acontecendo com a maior floresta tropical do mundo. Não é hora de blá-blá-blá, mas de tomada de atitudes para salvar a maior reserva de biodiversidade do nosso planeta. Aproximadamente 2 500 espécies de árvores, 30 000 espécies de plantas e uma fauna das mais impressionantes do globo terrestre não podem ser dizimadas pela ação irresponsável do homem. Aquele verde não pode ser transformado em cinza.
Jeovah Ferreira
Taquari, DF


CIÊNCIA

Estão brincando de Deus (“Menino ou menina?”, 28 de agosto).
Ricarddo Ferreira
Aracaju, SE (via Facebook)


VINHOS CHINESES

Eles usam uvas modificadas geneticamente para atingir a excelência no sabor do vinho (“Bordeaux xing ling”, 28 de agosto). A tendência é dominarem o mercado em pouco tempo.
Renato Porto Costa
Goiânia, GO (via Facebook)

Publicado em VEJA de 4 de setembro de 2019, edição nº 2650