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'Para mais de 200 milhões de brasileiros, estamos em 2019. Para alguns políticos, 2022 já começou...', J.S. Decol, São Paulo (SP)

Por Da Redação 5 jul 2019, 06h30

OS ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

  • Bolsonaro em campanha
  • Os 39 quilos de cocaína na comitiva presidencial
  • Artigo de Roberto Pompeu de Toledo
  • Persio Arida (Páginas Amarelas)


BOLSONARO 2022

A reportagem de capa (“2022, o ano que já começou”, 3 de julho) parece evidenciar que no Brasil se inicia o que chamaríamos de política imaginativa antecipadora. Será?
Francisco Gomes de Matos
Recife, PE

Para mais de 200 milhões de brasileiros, estamos em 2019. Para alguns políticos, 2022 já começou…
J.S. Decol
São Paulo, SP


39 QUILOS DE COCAÍNA

Não sou baba-ovo de Bolsonaro, mas é absurdo responsabilizá-lo pelos atos do sargento Manoel Rodrigues, que usou o avião presidencial para traficar cocaína (“Militar de carreira”, 3 de julho). Em primeiro lugar, Rodrigues também acompanhou Dilma Rousseff e Michel Temer. Além disso, Bolsonaro em momento algum o defendeu ou interferiu no caso.
Luciano Nogueira Marmontel
Pouso Alegre, MG


ROBERTO POMPEU DE TOLEDO

Só dezenove deputados com patente militar (“Títulos de guerra”, 3 de julho)? É pouco. Tomara que nas próximas eleições sejam 190, e não dezenove. Melhoraria muito o Congresso, considerando-se, agora, a quantidade de semianalfabetos, corruptos, atores pornô, palhaços, além da pilha de eleitos com processos judiciais em andamento.
Antonio Sydney Cocco
Santos, SP

Roberto Pompeu de Toledo poderia demonstrar mais tolerância com o Brasil das ruas. Os títulos, assim como os apelidos (vide Lula), servem para a identificação das pessoas. E o Parlamento, base da democracia, está aberto a qualquer um do povo.
Dirceu Xavier
Belo Horizonte, MG


PERSIO ARIDA

No fim da entrevista (“Lições do Real”, 3 de julho), ao listar sugestões ao governo para enfrentamento do estímulo à demanda, o brilhante economista Persio Arida criticou o atual sistema de garantias do setor financeiro. Faltou estender a restrição à leniente legislação processual que permite que uma simples ação de cobrança se prolongue por décadas, transformando créditos em ativos podres, a principal causa dos juros estratosféricos, compensatórios da inadimplência.
Flaudecy de Oliveira Manhães
Campos dos Goytacazes, RJ

ARIDA – “Não me identifico com essa direita tosca que emerge com Bolsonaro” Antonio Milena/VEJA

A importância do Plano Real é inestimável para o Brasil, já que nos tirou da clandestinidade econômica e foi o maior programa social da história do país.” (Páginas Amarelas com Persio Arida, “Lições do Real”, 3 de julho)

João Gabriel Carneiro Costa Lima - Fortaleza, CE

A resposta à pergunta de VEJA, na entrevista de Páginas Amarelas, sobre se me considero integrante do panteão de grandes economistas brasileiros merece uma retificação. O Paper Larida talvez tenha sido um dos mais influentes na moldagem da política econômica brasileira. Mas o Real foi uma obra coletiva da qual muito me orgulho de ter participado, juntamente com excelentes economistas como Edmar Bacha, André Lara Resende, Gustavo Franco, Pedro Malan e tantos outros.
Persio Arida
Rio de Janeiro, RJ


SERGIO MORO

É razoável afirmar que, assim como o The Intercept Brasil divulgou conversas entre o ex-juiz Sergio Moro e procuradores, também podem ter sido registrados diálogos entre ministros do STF. Pau que bate em Chico bate em Francisco (“As fontes do juiz”, 3 de julho).
Milton Córdova Júnior
Vicente Pires, DF

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RODRIGO MAIA

O Congresso existe e é escolhido pelo povo justamente para exercer a função de apresentar propostas positivas para o país. Portanto, sua função sempre foi essa. Mas infelizmente ele não atua assim há anos, sempre preterindo o bem comum e dando preferência aos seus conluios e interesses próprios. Se agora pretende exercer a função que lhe é devida, que bom. O ideal seria Executivo e Legislativo atuando juntos em prol do Brasil. Mas, se eles não se entendem ou não querem se entender, que o Brasil não pereça por causa dessa desarticulação política (“O governo paralelo”, 26 de junho).
Mônica Delfraro David
Campinas, SP

Rodrigo Maia faz cara de sério, mas na realidade quer demonstrar que é adversário do governo. Posa como aliado, mas age contra o governo. É um craque no jogo cheio de artimanhas da política na disputa do poder.
José Olimpio da Silva Castro
São Luís, MA

O espírito público do presidente Bolsonaro é inegável, haja vista que o toma lá dá cá na relação com o Congresso acabou. Isso pode ser interpretado como desarticulação política. Já Rodrigo Maia está pensando mais nas eleições de 2022 do que no Brasil. Na verdade, o grande problema na articulação política entre o Executivo e o Legislativo é o Rodrigo Maia.
Carlos Fabian Seixas de Oliveira
Campos dos Goytacazes, RJ


MARCELA CAMPOS

A coragem de Marcela Campos e de seu marido (“Não vimos seu sorriso”, Primeira Pessoa, 26 de junho), ao terem uma filha morta, já próxima do nascimento, ainda no útero da mãe, nos remete à Primeira Epístola aos Coríntios 13:7. O amor “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.
Nilza Bastos Borges
Santa Maria, RS

Poucas vezes me emocionei tanto com um artigo tão triste, e tão maravilhoso ao mesmo tempo, como o de Marcela Campos. Que bom saber que pessoas ainda se preocupam com algumas “coisas”.
Zuleica R. de Arruda
Araraquara, SP


NUTRIÇÃO

Gostaria de parabenizar as jornalistas Natalia Cuminale e Giulia Vidale pelo equilíbrio e bom-senso na matéria “Os alimentos são remédios?”, de 26 de junho. Infelizmente, estamos vendo na imprensa uma predominância preocupante de textos alarmistas, que mais trazem apreensão do que ajudam a sociedade. A reportagem de VEJA é uma exceção — mostra que medicamento não é alimento, assim como alimento não é medicamento. Com o perdão de Hipócrates, alimentos e remédios têm funções diferentes para o nosso organismo, embora sejam complementares. É impossível curar uma doença grave só com alimentação “adequada”, e, do mesmo modo, a alimentação não impede o surgimento de doenças, por mais “adequada” que ela seja.
Bernadette D.G.M. Franco
São Paulo, SP

 

Publicado em VEJA de 10 de julho de 2019, edição nº 2642

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