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"Dou meu voto de confiança a Bolsonaro, mas “primeiro faça por merecer”, e só depois apareça." Antonio Sydney Cocco, Santos, SP

Por Da Redação - 23 nov 2018, 07h00

Assuntos mais comentados

  • Os Bolsonaros (reportagem de capa)
  • Mais Médicos
  • Prova do Enem
  • Depoimento de Lula
  • Coluna de J.R. Guzzo

Dinastia Bolsonaro

O provérbio “Palavras são de prata, o silêncio é de ouro” seria perfeitamente adequado aos Bolsonaros nesta fase de transição (“A nova dinastia”, 21 de novembro), pois me preocupa o parlatório além do normal por parte deles neste cenário de incertezas de nossa economia.
Jovani Bortolotte Xavier
Goiânia, GO

Meu candidato no primeiro turno perdeu. No segundo turno votei contra o PT. A foto da capa da revista desta semana mostra a “nova dinastia”. Muita calma nesta hora. Dou meu voto de confiança a Bolsonaro, mas “primeiro faça por merecer”, e só depois apareça. Não vai ser fácil. Nada de oba-oba.
Antonio Sydney Cocco
Santos, SP

Causou-me desconforto a capa de VEJA. Uma sensação de que o Brasil terá uma governança familiar, meio monárquica ou tribal, como em alguns países africanos. Uma espécie de nepotismo legal e autorizado pelas urnas. A ver…
Ângela Luiza S. Bonacci
Pindamonhangaba, SP

A família Bolsonaro representa o pensamento das pessoas de bem no Brasil: valorização da família tradicional, combate à criminalidade, contra o aborto e a legalização de drogas. Por isso eles foram eleitos com votações expressivas.
Carlos Fabian Seixas de Oliveira
Campos dos Goytacazes, RJ


Médicos cubanos

O Programa Mais Médicos (“Menos médicos”, 21 de novembro) é importante para atender a população em cidades que não têm condições financeiras de manter um profissional da área de saúde. O confronto de viés ideológico entre Cuba e o presidente eleito do Brasil está levando à saída dos médicos cubanos do país. Estima-se que o pagamento efetuado pelo programa, durante o período de 2013 a 2018, deva girar em torno de 8 bilhões de reais, sendo apenas 2 bilhões destinados aos médicos e 6 bilhões enviados diretamente ao regime comunista de Cuba. A transparência dos dados e das informações é fundamental para tornar claro o conflito político que afetará o atendimento médico de milhões de brasileiros.
Luiz Roberto Da Costa Jr.
Campinas, SP

A suspensão do Programa Mais Médicos, formalizado com o governo cubano desde 2013, motivada pelos pronunciamentos agressivos do futuro presidente do Brasil, vai deixar milhares de brasileiros de baixa renda sem assistência médica. Como deve ser considerada essa atitude de quem vai ocupar o cargo maior da República?
Uriel Villas Boas
Santos, SP

Correto e coerente: fazer o Revalida e receber o próprio salário. A reportagem termina dizendo que não receber o salário na íntegra é “bom” para os médicos cubanos, já que em seu país eles são ainda mais explorados. Não, não significa “bom”: significa que nós aceitamos trabalho escravo. Seria bom lembrar que esses médicos, tratados como animais, são seres humanos. Oferecer a eles uma jaula um pouquinho menos apertada não é necessariamente “bom”.
Raquel Cristina Maia
Rio de Janeiro, RJ


Enem

É muito preocupante o fato de a principal prova do país, aquela que define o futuro dos nossos jovens, estar sob a responsabilidade de uma senhora que, quando instada a explicar absurdos existentes em questões do último exame, se mostra tão vazia quanto suas explicações (“O Enem vai mudar”, 21 de novembro). Definitivamente, é imperioso que reformas sejam aplicadas ao exame, e que, para o bem da educação no Brasil, comecem pela substituição da “mãe do Enem”.
Rogerio Bianco
São Bernardo do Campo, SP

A entrevista da doutora Maria Inês Fini é esclarecedora. Discute pontos polêmicos e responde com elegância a todas as perguntas. Parabéns à doutora Fini. Parabéns à revista VEJA.
Honorio S. Lopes
São Carlos, SP


Lava-Jato

PROVOCAÇÃO –  “Nunca foi tão fácil ser ladrão neste país”, disse o petista à juíza Reprodução/VEJA

O depoimento do presidiário Luiz Inácio Lula da Silva sobre o sítio de Atibaia à juíza Gabriela Hardt, substituta de Sergio Moro, começou a deixar clara sua culpabilidade (“É fácil ser ladrão”, 21 de novembro).
João Direnna
Quissamã, RJ

 

Lula e seus advogados tentaram tumultuar a audiência judicial, sem constrangimento algum. O ex-presidente da República achou que estava num palanque político.

José Carlos Saraiva da Costa, Belo Horizonte, MG

Lula adora enrolação. Teve ainda o atrevimento de entrar em embate com a juíza Gabriela Hardt.
Lenisio Bragante de Araujo
João Pessoa, PB


Guzzo

Interessante o artigo de J.R. Guzzo (“Resistentes”, 21 de novembro). A resistência ao resultado das eleições mostra a falta de esportividade dos perdedores.
Enedino Corrêa da Silva
Brasília, DF

Espetacular, como sempre. Temos a impressão de que petistas vivem em permanente viagem lisérgica ou numa realidade paralela do tipo Stranger Things.
Heloisa Leal Pires
Barra Mansa, RJ

Publicado em VEJA de 28 de novembro de 2018, edição nº 2610

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