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Leitor

"A facada em Bolsonaro foi também em cada um de nós, atingiu a democracia." José Edson Jordão, Timbaúba, PE

Por Da Redação 14 set 2018, 07h00

Assuntos mais comentados

  • “A facada da intolerância” (reportagem de capa)
  • J.R. Guzzo (Página Aberta)
  • “A culpa é do outro” (incêndio do Museu Nacional)
  • “A bolha Amoêdo”
  • Rosely Sayão (“Angústia desnecessária”)

Atentado contra Bolsonaro

Independentemente de saber quem vamos escolher para ser o próximo presidente do Brasil, é fundamental sermos tolerantes e pacíficos com todos. A facada em Bolsonaro foi também em cada um de nós, atingiu a democracia. Se as feridas do seu próximo não lhe causam dor, a sua doença é pior do que a dele (“A facada da intolerância”, 12 de setembro).
José Edson Jordão
Timbaúba, PE

É inegável que Bolsonaro sai fortalecido desse episódio, pois, além de ter involuntariamente seu nome e sua imagem em maior evidência na imprensa, um dos seus adversários, que conta com um dos maiores tempos de rádio e televisão, trocou os frequentes ataques por palavras de solidariedade.
Marlon Justus
Curitiba, PR

O atentado contra Jair Bolsonaro serviu para apaziguar os ânimos entre os candidatos a presidente. Depois da tentativa de homicídio, todos os pretendentes ao posto, além de políticos, jornalistas e eleitores contrários à sua candidatura, se solidarizam com ele. A virulência verborrágica tende a diminuir. Vamos ver se agora o debate de ideias volta a prevalecer. Nas redes sociais é lamentável o que está acontecendo por causa da política. Amigos perdendo a amizade por terem pensamentos diferentes.
Reinner Carlos de Oliveira
Araçatuba, SP


J.R. Guzzo

Sensacionais os comentários de J.R. Guzzo (“A democracia no chão”, 12 de setembro). Quanta sabedoria ao falar de nossa “democracia”. Assim como Fachin nos surpreendeu, existem outros que nos surpreendem a cada julgamento. Aqui na terrinha a democracia funciona assim: “Aos amigos e aos meus privilégios, tudo. Aos inimigos e aos que tentam tirar as nossas mordomias, o rigor da lei”.
Carlos Humberto Scigliano
Ilhéus, BA

J.R. Guzzo é um excelente colunista. Entre suas inúmeras qualidades, destaco: fluência, humor, vocabulário acessível e racionalidade acen­tuada. Fui ao Google para verificar a tradução de Asinus asinum fricat. Infelizmente, nós, brasileiros, chegamos a isso: perdemos o respeito.
Jacyra Vargas Superti
Santa Maria, RS

Ninguém melhor que J.R. Guzzo para expressar o que se passa no interior das instituições do nosso país. O voto de Fachin a favor da candidatura de Lula foi realmente uma aberração. Deus guarde nossa democracia para que ela evolua e nosso povo tenha sua crença fundamentada em algo sólido e bem diferente dessa geringonça de que fala o articulista.
Stela Regina de Oliveira Andrade
Belo Horizonte, MG


Incêndio do Museu Nacional

HISTÓRIA QUEIMADA - E, só para variar, não houve culpados Ricardo Moraes/Reuters

Nada é tão ruim que não possa piorar: dizem que o Brasil já não tinha futuro, e agora também não tem passado. Quem foi o culpado por esse incêndio no Museu Nacional? Ora, evidentemente o culpado foi um dos quatro elementos que regem a natureza: o fogo. Como diz a música Comida, da banda Titãs: “A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”.
Valdomiro Nenevê
São José dos Pinhais, PR

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A cada dia assistimos ao suicídio de um imenso país, de forma aviltante, covarde e canalha.
Luiz Thadeu Nunes y Silva
São Luís, MA

Acredito que o Museu Nacional não deveria ser reconstruído. Primeiro, porque o acervo jamais será recuperado. Segundo, porque o prédio, em si, nem é lá muito relevante. Ao contrário, deveria ser mantido assim, ad aeternum, para mostrar, permanentemente, até as futuras gerações, o que ocorre quando se mistura gestão da coisa pública com política partidária, incompetência ampla, geral e irrestrita, mais descaso bem distribuído! Irresponsáveis!
Ruy Walberto Simon
Porto Alegre, RS

“O mais incrível na tragédia do Museu Nacional é saber que o incêndio era considerado iminente.”
Abel Pires Rodrigues
Rio de Janeiro, RJ


João Amoêdo

No início da campanha eleitoral, agradaram-me as propostas e a simpatia de João Amoêdo (“A bolha Amoêdo”, 12 de setembro). Ao conhecer sua trajetória profissional e sua base de apoio, porém, decepcionei-me. Até a cor de sua camisa nos lembra a de um banco.
Roberto Mendes da Silva
Cuiabá, MT

É tendenciosa a reportagem sobre a candidatura de João Amoêdo. Dá a entender que o jornalista que assina o texto aposta na queda do candidato nas intenções de voto. Há um trecho que faz referência à campanha de Bolsonaro nas redes sociais, em que se diz que “Amoêdo é armação de esquerda”. Faltou esclarecer que essa afirmação é falsa.
Ana Paula K. Takiute
Registro, SP


Rosely Sayão

Como professor, lamento o desafortunado artigo de Rosely Sayão (“Angústia desnecessária”, 12 de setembro). Se o futuro de nossos filhos não depende da qualidade da escola que eles frequentam, deixemos nosso ensino como está.
Daniel Contro
Santo André, SP


VEJA 50 anos

Desde 1968 sou leitor assíduo, colecionador e assinante de VEJA. Quero dizer quanto sou grato a todos que fazem esta revista (diretor de redação, redatores, editores, repórteres, colaboradores etc.), em especial a J.R. Guzzo e Roberto Pompeu de Toledo, pelas brilhantes matérias que saem na última página. Vida longa a esta magnífica publicação.
Marcos Roberto de Góes Belfort
Campina Grande, PB

Publicado em VEJA de 19 de setembro de 2018, edição nº 2600

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