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Leitor

“Lula poderia enfrentar um Congresso de parlamentares corruptos, mas preferiu se juntar ao que há de pior na política.” José Carlos Lyrio Rocha, Vitória, ES

Assuntos mais comentados

  • A vida de Lula na prisão (capa)
  • Artigo “A ameaça de golpe”, de J.R. Guzzo
  • Página Aberta “Dois minutos de ódio”, de Lenio Streck
  • Malvina E. Muszkat (Entrevista)
  • Trabalho escravo no século XXI

Lula na prisão

A reportagem exclusiva “A vida no cárcere” (9 de maio), sobre os primeiros trinta dias de Lula na prisão, não é para ser comemorada pelos seus adversários. É para o (eleitor) brasileiro ficar entristecido ao observar como um político com a biografia de nordestino retirante, que saiu de Garanhuns (PE) de pau de arara, foi para São Paulo e chegou à Presidência da República se deixou levar pelas benesses oferecidas por empresários e políticos inescrupulosos, sucumbindo à corrupção. Agora ele está atrás das grades. Lula teria sido o único presidente da República eleito que poderia enfrentar um Congresso majoritariamente constituído por parlamentares corruptos e levar o país ao encontro da verdadeira justiça social (que não é o Bolsa Família, um engodo), mas preferiu se juntar ao que há de pior na política brasileira. Pena!
José Carlos Lyrio Rocha
Vitória, ES

Com todas essas regalias oferecidas a Lula, é bem capaz que ele logo se sinta entediado, o que resultará em mais uma despesa para os cofres públicos: a contratação de um psicólogo que o ajude a internalizar que ele está em uma prisão, e não hospedado em um hotel.
Sandra Mara da S. Medina
Salvador (BA), via smartphone

O ex-presidente Lula lendo? E bons livros! De fato a prisão reeduca.
Fausto Ferraz Filho
São Paulo, SP

Assinante e leitora de VEJA há mais de quarenta anos, confesso que fiquei chocada com a capa da edição 2581. A capa e o artigo deveriam trazer a seguinte observação: “A quem interessar possa”. A mim, e imagino que a muitas outras pessoas, não interessa.
Marta Foschini de Lima
São Carlos, SP

Sou assinante de VEJA há mais de vinte anos, por admirar a imparcialidade com que a revista costuma abordar todos os assuntos a que se dedica. Sou a favor da prisão de Lula e apoiei com entusiasmo a determinação com que VEJA se empenhou nas denúncias contra o ex-presidente corrupto. Entretanto, ao ler a reportagem “A vida no cárcere”, tive um sentimento estranho. Que informação tivemos ali? De que ele vive com um mínimo de conforto? Ora, o homem foi a maior autoridade do país, queriam que ele fosse tratado como um preso comum? A meu ver, agora chega de tripudiar sobre Lula. Ele está preso, a lei foi cumprida, a justiça foi feita.
Silma Campos Xavier Mangini
Curitiba, PR


J.R. Guzzo

No artigo “A ameaça de golpe” (9 de maio), J.R. Guzzo presenteou os leitores de VEJA com uma análise apartidária, imparcial e sem tendências, apenas expressando o que tantos brasileiros gostariam de poder dizer da lama, do esgoto fétido que se tornou a política brasileira. Nossos representantes de forma alguma estão preocupados com os seus representados, com aqueles que lá os puseram. Estão preocupados exclusivamente em salvar a própria pele.
João José Pereira
Santana de Parnaíba (SP), via smartphone

Nossa! O que foi esse artigo? Guzzo acertou na mosca, com perfeição. Ele coloca o dedo na ferida quando fala sobre como nós brasileiros vivemos nossa “democracia”, na qual a imensa minoria — que contraditório — usufrui benefícios e vantagens legais e ilegais.
Geraldo Cesar Furlaneto
Cambé, PR

Mais uma vez, a lucidez de J.R. Guzzo traduz o sentimento do povo brasileiro honesto que trabalha, se esforça e luta desesperadamente por um país mais justo e menos corrupto. Tudo o que ele escreve corta na carne, porque retrata os sentimentos de uma população explorada, que sofre abusos diários dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. É verdade que a ditadura não deve ser preconizada por ninguém, mas a democracia disfarçada e liderada por uma corja de corruptos deixa o Brasil inviável para a grande maioria da população. Se existisse candidatura avulsa para presidente, eu diria: Guzzo, seja candidato. O meu voto seria dele.
Angela Canuto
Maceió, AL


Página Aberta

Concordo plenamente que o STF é o guardião da Constituição. Porém, Lenio Streck emitiu sua opinião ideológica clara, pessoal e integralmente (“Dois minutos de ódio”, 9 de maio). Como um ministro que recentemente votou pela prisão de condenados em segunda instância muda de opinião em tão pouco tempo?
Antonio Aparecido Barbosa
Curitiba, PR


Malvina E. Muszkat

Não conhecia a psicanalista Malvina E. Muszkat, mas fiquei encantada com ela na entrevista a VEJA (“Elas estão ferozes”, 9 de maio). A exatidão com que olha para o universo masculino, deixando de apontar os homens como inimigos das mulheres, é fantasticamente humana. Percebi que não sou uma E.T. por acreditar que os homens e as mulheres podem conviver bem.
Lígia Latorre
Campinas, SP

Foi muito bom ter dado voz a Malvina E. Muszkat. Realmente, o homem está perdido diante da nova mulher. Aliás, isso não é de hoje! Mas não concordo quando ela diz que as mulheres mudaram as regras do jogo e o homem não foi avisado. Como não? Desde a minha juventude, e olha que já tenho 75 anos, cada vez mais mulheres estão clamando que as regras do jogo foram mudadas.
Leilah Assumpção
São Paulo, SP

A interessante entrevista nas Páginas Amarelas nos põe a pensar sobre o papel do homem no mundo atual. Tenho 45 anos e estou separado há quase dois. Conhecer mulheres tem sido uma tarefa complicada por eu não saber o que elas esperam de nós.
Marcelo Gomes
São Paulo (SP), via smartphone


Trabalho escravo

Excelente a reportagem especial “Escravos no século XXI” (9 de maio), sobre centenas de milhares de seres humanos subjugados pelo trabalho escravo. É um absurdo que em pleno século XXI essa mazela ainda aconteça em nosso país.
Luiz Felipe da Silva Haddad
Niterói, RJ

ESCRAVIDÃO MODERNA - O maranhense Sebastião Cunha, de 48 anos, e seu filho Geovane, de 25: premidos pelas circunstâncias, os dois já trabalharam em condições degradantes em fazendas do interior do Maranhão

ESCRAVIDÃO MODERNA - O maranhense Sebastião Cunha, de 48 anos, e seu filho Geovane, de 25: premidos pelas circunstâncias, os dois já trabalharam em condições degradantes em fazendas do interior do Maranhão (Jonne Roriz/VEJA)

 

É chocante saber que o trabalho escravo ainda perdura no Brasil. Isso precisa acabar.

Maria Antonia Pereira Costa - Goiânia, GO

A rifa da fama

Larissa Manoela é apenas uma das descobertas do Grupo MGT, sendo referência por ter se tornado um fenômeno nacional. Entretanto, diversas outras celebridades de destaque iniciaram a carreira na empresa, como Marcelle Bittar, Vivi Orth e Gabriella Mustafá (“A rifa da fama”, 9 de maio).
Marcelo Germano
Dono do Grupo MGT
Londrina, PR

Publicado em VEJA de 16 de maio de 2018, edição nº 2582