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"Dia após dia Jair Bolsonaro confirma a sua falta de preparo para governar o país, inclusive na própria autocrítica." Luciano Zotto, de Curitiba, PR

Assuntos mais comentados

  • A batalha para aprovar a reforma da Previdência
  • A bomba de Palocci sobre Lula (capa)
  • Artigo “Lula e 2018”, de Roberto Pompeu de Toledo
  • Artigo “A multidão impune”, de J.R. Guzzo
  • O xadrez da disputa presidencial para 2018

 


A bomba de Palocci

Quando os primeiros sinais de fumaça apareceram no cenário político brasileiro, em forma de denúncias sobre benesses aos ditadores estrangeiros, já me lembrei do antigo ditado “Onde há fumaça há fogo!”. Será que nosso dinheiro foi bater também nas mãos do ex-ditador líbio Muamar Kadafi (“Dentro do bolso do ditador”, 13 de dezembro)? E o país sem dinheiro para a saúde, educação, transportes, habitação…
Kátia Azevedo
Natal, RN

“Diga-me com quem andas e dir-te-­ei quem és” — esse provérbio, de tão popular e verdadeiro, é a melhor interpretação da foto de Lula com Kadafi na capa de VEJA (13 de dezembro): um autêntico e escrachado ditador que arruinou a Líbia e um falso e fingido democrata que esculhambou o Brasil. Um Kadafi sem colarinho, que branco nunca seria, e um Lula de gravata, que não assenta em simples e honesto retirante nordestino.
Elizio Nilo Caliman
Brasília, DF

A bomba de Palocci confirma a queda do império. Tudo tem um começo, um meio e um fim, ou seja, caminha para o nada.
Vicente Lentini Plantullo
São Paulo, SP

Não é necessário que seja decretada a cassação do PT por ter ganhado dinheiro de “procedência estrangeira”, como afirma a matéria “Dentro do bolso do ditador”. Essa escória da política já foi cassada pela maioria do povo brasileiro honesto e trabalhador. Somente os ingênuos, os fanáticos cegos e os que perderam “a boquinha”, que de pequena não tinha nada, ainda acreditam no canto da sereia.
Luiz Eduardo Campos Leite
Recife (PE), via smartphone


Reforma da Previdência

Eis o problema: políticos tratam como batalha aquilo que deveriam tratar como solução (“A última batalha”, 13 de dezembro). Para eles, o difícil é fazer bons projetos e leis, pois isso exige o condão de administrar, e é irrefutável que eles não são administradores públicos. E quem “pagará” pela reforma da Previdência? Claro! Pessoas que não têm em quem votar. Para ser político, basta não ser um bom administrador. O Brasil tem poucos brasileiros que não sabem administrar. Esses acabam virando políticos.
Evilázio Magalhães Júnior
Garça (SP), via smartphone

A crucial reforma da Previdência é outra oportunidade para que os vendilhões do templo barganhem suas vergonhosas ambições, numa demonstração de desfaçatez e olímpica indiferença sobre a importância do problema, em troca da aprovação da medida.
Eugênio Banús
Santo André, SP

“Apoiar a reforma agora é perder votos e comprometer a reeleição!” Pode haver intenção mais canalha do que essa ao preparar-se claramente para mentir, ou omitir, sem escrúpulo algum?
Décio Antônio Damin
Porto Alegre, RS

A tão discutida reforma da Previdência envolve tantos interesses que até especialistas no assunto variam em seus diagnósticos e soluções mais adequadas. O fato concreto é que o envelhecimento da população brasileira exige, sim, que se reflita seriamente sobre o tema, mas sem esquecer que tais mudanças não podem penalizar mais duramente apenas as camadas mais baixas dos assalariados, que, na verdade, sendo maioria, são os que menos oneram as contas que não fecham.
José de Anchieta Nobre de Almeida
Rio de Janeiro, RJ


Roberto Pompeu de Toledo

Por vezes eu me pego com o mesmo desejo de Roberto Pompeu de Toledo, a saber, que o principal responsável pelo maior assalto à nação brasileira seja derrotado de forma acachapante nas urnas (“Lula e 2018”, 13 de dezembro). No entanto, esse desejo, definitivamente, não pode pautar o andamento do Judiciário em desvendar e punir criminosos. Se ele tiver de ser preso ou legalmente impedido, que o seja. O país clama pelo resgate de um mínimo de ordem.
Jedaias Jorge Salum
Belo Horizonte, MG

Roberto Pompeu de Toledo, sua avaliação sobre Lula e as eleições de 2018 e sua previsão de ele se candidatar a deputado fazem bastante sentido. No entanto, ainda acho mais seguro para o Brasil vê-lo preso e impedido de se candidatar a qualquer cargo político. Se a economia do país melhorar e os empregos voltarem, todos se esquecerão rapidinho do Lula.
Mônica Delfraro David
Campinas, SP

Leio a coluna de Roberto Pompeu de Toledo há muito tempo e gosto de como ele analisa os fatos. Sobre o assunto tratado no artigo “Lula e 2018”, digo, em contraponto, que a uma pessoa do (mau) caráter de Lula nenhuma contemporização deve ser aceita. Esse tipo de pessoa, sob minha ótica, não muda.
Sergio Lima
Resende (RJ), via tablet


J.R. Guzzo

Ainda não vi nenhum político, juiz, procurador ou ministro declarar publicamente que abdica da proteção da imunidade e do foro privilegiado, pois, como diz o primoroso artigo “A multidão impune” (13 de dezembro), de J.R. Guzzo, se eles são honestos, não precisam disso.
Alberto de Sousa Bezerril
Natal, RN

Sou a favor do foro privilegiado. Deveríamos criar um foro especialíssimo, com um mecanismo totalmente isento de indicações políticas e cuja única função fosse julgar os atuais privilegiados. As regras principais seriam: única instância, prazo determinado para julgamento, proibição de pedidos de vista e de votos prolixos que levam duas horas para ser lidos.
Cheda Saad
Campinas (SP), via tablet


Glamurosa – A socialite brasileira Carmen Mayrink Veiga (1929-2017): a locomotiva da high society carioca

Glamurosa – A socialite brasileira Carmen Mayrink Veiga (1929-2017): a locomotiva da high society carioca (Oscar Cabral/VEJA)

“Carmen Mayrink Veiga provou que a elegância está na pessoa. Vestuário e adereços são meros complementos, quando usados inteligentemente.”
Flaudecy de Oliveira Manhães
Campos dos Goytacazes (RJ), via smartphone

 


Eleições 2018

Dia após dia Jair Bolsonaro confirma a sua falta de preparo para governar o país, inclusive na própria autocrítica. E não me parece que vá conseguir a preparação mínima necessária, que passa por transcender a imagem de “sério e com vontade de acertar”, que claramente é, até agora, a fraca mensagem de campanha desse político (“Eles (ainda) controlam a cena”, 13 de dezembro).
Luciano Zotto
Curitiba, PR

É impressionante, incompreensível e inadmissível quanto o Judiciário brasileiro (entenda-se também a Justiça Eleitoral) é moroso e omisso em relação ao ex-­presidente Lula, alvo de inúmeras e gravíssimas denúncias, o que, a rigor, o impediria, a priori, de fazer pré-­campanhas eleitorais e, por consequência, candidatar-se a qualquer cargo eletivo. Por ter ele sido condenado a mais de nove anos de prisão e figurar como réu em outros tantos processos, é preciso que a Justiça se apresse para que seja evitada uma tragédia política ao reconduzi-­lo ao poder.
Antonio Ramos
Taguatinga, DF


Lava-Jato

Li a reportagem “Os jacarés e a jacaroa” (13 de dezembro). Sobrou também para a mamãe. Pois é, quem pariu Geddel que o embale!
Lutero Pereira
Maringá, PR


Benjamin Lessing

Perfeita e triste a equação apresentada por Benjamin Lessing (“Adeus às armas”, Entrevista, 13 de dezembro), um cientista político outsider para nós, brasileiros: quanto mais encarceramento, tanto maior será o porcentual para a prática do crime organizado. Ele faz um alerta para que a vida do policial seja preservada a todo custo.
Chaja Freida Finkelsztain
Rio de Janeiro, RJ


Maitê Proença

Esquenta não, Maitê. O Brasil está assim mesmo… A “febre” dos youtubers logo passa. Sua experiência e competência como ótima atriz certamente vão atrair muita gente diferenciada no Brasil para vê-la agora na adaptação teatral de A Mulher de Bath (“Teatro sério no país dos youtubers”, Gente, 13 de dezembro).
Cida Lopes Coutinho
Rio de Janeiro, RJ


Angelina Jolie

Na seção Veja Essa (13 de dezembro), Angelina Jolie admite ter feito um filme em 2015 para melhorar a relação conjugal com Brad Pitt, de quem se separaria. Eu a entendo perfeitamente. Também sou recém-separado e, a cada reencontro com minha ex-companheira, Matilde, procuro nutrir o saudável respeito e o amistoso diálogo. Faz bem a mim, a ela, aos amigos em comum e aos familiares inseparáveis.
Dirceu A. Lima
Palmas, TO

 

Publicado em VEJA de 20 de dezembro de 2017, edição nº 2561