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Aos 53 anos, morreu, no Rio, a atriz Márcia Cabrita

Por Da Redação 17 nov 2017, 06h00

Morreram

Frans Krajcberg, escultor, pintor e fotógrafo polonês, radicado no Brasil desde 1948. Apesar de não ser naturalizado, considerava-se brasileiro. Notabilizado por seu engajamento, usava a arte para abordar questões ambientais. Utilizava troncos e raízes de árvores queimadas em incêndios para esculpir. Nasceu em Kozienice, no sudoeste da Polônia. Era filho de judeus, e sua família foi vítima do Holocausto, mas Krajcberg escapou dos nazistas fugindo para a extinta União Soviética. Em 1941, alistou-se no Exército de seu país e lutou na II Guerra. Após o fim do conflito, mudou-se para a Alemanha e ingressou na Academia de Belas Artes de Stuttgart. Lá se aproximou do movimento expressionista. Aos 27 anos, imigrou para o Brasil, incentivado pelo artista russo-francês Marc Chagall (1887-1985). Em São Paulo, expôs duas pinturas na I Bienal de Arte, em 1951. Morou, depois, no Paraná e no Rio de Janeiro. Em 1972, passou a residir em Nova Viçosa (BA), onde estava construindo um museu. Dia 15, aos 96 anos, de causas não divulgadas, no Rio.

Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, escritor e professor universitário de Ciências Políticas e História. 1993
Luiz Alberto Moniz Bandeira – Cientista político de postura anti-EUA Paulo Jares/

Luiz Alberto Moniz Bandeira, cientista político baiano. Publicou cerca de vinte livros. Entre os mais conhecidos estão Formação do Império Americano (2005) e O Ano Vermelho — A Revolução Russa (1967). Após o lançamento desse último, foi convidado a ir até a embaixada soviética: os diplomatas comunistas queriam traduzir a obra, contanto que pudessem suprimir nomes que tinham caído em desgraça no regime. “Não falsifico a história”, retrucou Bandeira. Conhecido pelo antiamericanismo, ele acreditava que os EUA tinham estado por trás de maquinações nefastas. Por exemplo, em sua opinião, a Guerra Civil da Síria, deflagrada em 2011, não começara como uma disputa interna, mas sim em razão do financiamento aos opositores do ditador Bashar Assad feito pelo presidente George W. Bush. Dia 10, aos 81 anos, em decorrência de problemas cardíacos, em Heidelberg, onde vivia e lecionava, na Alemanha.

Atriz Márcia Cabrita no teatro Adolpho Bloch, antigo Teatro Manchete, gravando a versão de Trair e Coçar é Só Começar? ( versão para a TV, no Multishow) - GG Segundo Caderno Rio de Janeiro 09/10/2012 Credito: Marcos Ramos/Ag. O Globo
Márcia Cabrita – Atriz conhecida pelos papéis que fez na Rede Globo, como no humorístico Sai de Baixo Marcos Ramos/Agência O Globo

Márcia Cabrita, atriz carioca. Seu desempenho mais popular na TV foi no humorístico Sai de Baixo, da Rede Globo, entre 1997 e 2000. Nele, deu vida à doméstica Neide Aparecida. Sua estreia na televisão ocorreu na minissérie As Noivas de Copacabana (1992). Ela esteve ainda em novelas como Sete Pecados (2007) e Novo Mundo (2017). Desde 2010, tratava-se de um câncer no ovário. Dia 10, aos 53 anos, no Rio.

Publicado em VEJA de 22 de novembro de 2017, edição nº 2557

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