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A importância de doar

'A constatação de José Luiz Setúbal de que a filantropia não faz parte da cultura do brasileiro é uma realidade que precisa mudar', diz Roberto Kalil

Por Da Redação - Atualizado em 17 jul 2019, 17h43 - Publicado em 31 Maio 2019, 07h00

A entrevista de Páginas Amarelas com o pediatra José Luiz Setúbal (“Os ricos doam pouco”, 29 de maio), acionista do banco Itaú, foi uma das campeãs de correspondências dos leitores desta semana. Com fortuna particular estimada em 1 bilhão de reais, Setúbal já doou mais de 20% de seu patrimônio em vida, e alerta: “Os empresários precisam se engajar”. De Roberto Kalil, presidente do Conselho Diretor do Incor, em São Paulo, VEJA recebeu o seguinte e-mail:

“A constatação de José Luiz Setúbal de que a filantropia não faz parte da cultura do brasileiro é uma realidade que precisa mudar. Faltam oportunidades para que as pessoas criem o hábito de fazer doações a campanhas, como a ‘Corações cuidando de corações’, voltada para a arrecadação de recursos para o Incor, hospital público com mais de quarenta anos que é patrimônio do Brasil e referência mundial em cardiologia, pneumologia, ensino, pesquisa e atendimento de qualidade. A campanha continua e aguarda a sua doação. Será uma demonstração de que, sim, somos capazes de reconhecer uma causa que merece ser apoiada pela sociedade. Os recursos arrecadados serão investidos em pesquisas fundamentais para a saúde pública e na formação de mais profissionais habilitados com excelência. Por isso, venha participar dessa corrente e colabore pelo site http://www.incor.usp.br/doacao”.

Publicado em VEJA de 5 de junho de 2019, edição nº 2637

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