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Vice-líder de Lula no Senado, Weverton quebra silêncio sobre operação da PF

Senador se disse vítima de perseguição política

Por Gabriel Sabóia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 ago 2026, 13h43 | Atualizado em 4 ago 2026, 13h49
Vice-líder de Lula no Senado, Weverton quebra silêncio sobre operação da PF Priorizar nos meus resultados Google

O senador Weverton Rocha (PDT-MA) se manifestou após ser alvo, nesta terça-feira, de uma operação da Polícia Federal (PF) contra um esquema de lavagem de dinheiro que envolveria o advogado Willer Tomaz. O vice-líder de Lula no Senado se disse alvo de perseguição política e reforçou a sua inocência. O parlamentar também ressaltou que não foi alvo de mandado de busca e apreensão nesta terça.

De acordo com a PF, Weverton e Willer atuariam para “ocultar ou dissimular a origem, a movimentação, a disponibilidade, a propriedade e a titularidade real de bens, direitos e valores provenientes, direta ou indiretamente, de infrações penais antecedentes”.

O esquema utilizaria “empresas interpostas, contas pessoais e familiares, postos de combustíveis, sociedades patrimoniais, contratos, registros contábeis, numerários em espécie e ativos formalmente dissociados de seu possível beneficiário econômico”.

Tomaz foi alvo de busca e apreensão em nova fase da Operação Sem Desconto, autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF. Weverton já era alvo de investigação em um esquema de fraudes no INSS.

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A manifestação de Weverton:

“Apesar de não ter sido diretamente o alvo da operação de hoje, eu sabia que, com a minha candidatura ao Senado e as minhas posições políticas, sofreria ataques. Por isso, não fiquei surpreso com essa nova operação da Polícia Federal. Eu só não esperava que eles fossem tão longe, ao envolver a minha família e até apoiadores políticos. Apesar da minha indignação, recebi essa operação com a tranquilidade que me foi possível, pois nada tenho a esconder. Todas as movimentações mencionadas são fruto de atividades profissionais e empresariais. E foram devidamente declaradas à Receita Federal. Quero ressaltar que o Ministério Público Federal foi novamente contra a busca e apreensão contra meus familiares e apoiadores. Apesar da dureza do jogo político, reafirmo que não me renderei. Manter-me-ei firme no propósito de lutar pelo Maranhão, ao lado de todos que mais precisam”, afirmou o parlamentar.

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