🔥 Mês do Cliente: Receba 4 Revistas Impressas por apenas R$ 35,90/mês. Aproveite!

Uma baixa para Flávio Bolsonaro a dois meses do primeiro turno da eleição

Decisão do Republicanos reduz estrutura, tempo de televisão e peso político da candidatura do senador, embora a internet possa compensar parte da perda

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 ago 2026, 12h54
Uma baixa para Flávio Bolsonaro a dois meses do primeiro turno da eleição Priorizar nos meus resultados Google

A decisão do Republicanos de permanecer neutro na eleição presidencial representa mais uma baixa para a campanha de Flávio Bolsonaro e tende a beneficiar diretamente o presidente Lula. A avaliação é do colunista de VEJA Robson Bonin, de Radar, no programa Ponto de Vista, apresentado por Laísa Dall’Agnol. Segundo ele, a ausência de um acordo nacional com a legenda deixa o senador com menos estrutura partidária, tempo de propaganda e relevância na campanha (este texto é um resumo do vídeo acima).

O Republicanos anunciou a neutralidade durante sua convenção nacional. Segundo a nota divulgada pelo partido, a decisão foi tomada por maioria das executivas estaduais e reflete o crescimento da sigla, que teria tornado inviável uma posição única para todo o país. O movimento frustrou a tentativa de Flávio de atrair a legenda para sua chapa.

Por que a decisão é uma baixa importante para Flávio?

Para Bonin, o episódio tem peso porque ocorre depois de União Brasil e Progressistas também decidirem não endossar formalmente a candidatura do senador. “É mais uma baixa para Flávio. Ele vai ter dificuldade para compor a sua chapa.”

O colunista classificou a situação como incomum na política recente. Segundo ele, os partidos do Centrão costumam aderir ao projeto presidencial considerado mais competitivo, ainda que preservem margem para negociar com o vencedor depois da eleição.

As polêmicas de Jair Bolsonaro na prisão domiciliar

Continua após a publicidade

O Centrão ficará realmente fora da disputa?

Na avaliação de Bonin, a neutralidade nacional não significa ausência de participação nos estados. As legendas devem manter a estratégia tradicional de adaptar suas alianças à força eleitoral de cada campo político nas diferentes regiões. “Esses partidos não se comprometem a nível federal em termos de campanha, mas nos estados eles estão fazendo a tradicional divisão.”

Segundo o colunista, candidatos dessas siglas devem se aproximar de Flávio em regiões onde o bolsonarismo é mais forte, como partes do Sul, Centro-Oeste e Norte. Já no Nordeste e em locais onde Lula e o PT apresentam maior vantagem, integrantes desses mesmos partidos poderão fazer campanha ao lado do presidente.

Por que Lula é beneficiado?

Embora o presidente também esteja concentrado em uma aliança formada principalmente por partidos de esquerda e centro-esquerda, Bonin avaliou que a neutralidade das legendas de centro produz uma vantagem relativa para sua campanha. Sem o reforço formal do Centrão à candidatura de Flávio, Lula enfrenta um adversário com menos tempo de propaganda e menor capacidade de articulação nacional. “Isso acaba beneficiando diretamente o presidente Lula.”

Continua após a publicidade

Bonin ponderou que o impacto pode ser parcialmente reduzido pelo peso das redes sociais na disputa eleitoral. A campanha de Flávio conta com uma base digital mobilizada e pode usar a internet para diminuir a diferença de estrutura em relação à candidatura governista. Ainda assim, o colunista observou que a força virtual não elimina completamente a perda provocada pela ausência de partidos na coligação formal.

A decisão do Republicanos, portanto, reforça um desenho em que o Centrão evita compromissos nacionais, mantém liberdade para atuar de forma distinta em cada estado e deixa Flávio diante do desafio de montar uma chapa competitiva sem o apoio formal das principais legendas desse campo.

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional com fundo verde-escuro. À esquerda, texto em verde-limão O MÊS É DO CLIENTE. e em branco A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua.. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo um portal de notícias com banner e produtos, e ao lado, uma árvore estilizada em verde-limãoMão segurando um smartphone com aplicativo de notícias exibindo manchetes e produtos, ao lado do texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua em fundo verde-escuro, com um ícone de árvore no canto superior direito
ECONOMIZE ATÉ 76% OFF

Digital Básico

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 5,99/mês
OFERTA MÊS DO CLIENTE

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 32,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).